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USP pode sofrer sanção se distribuir 'pílula do câncer'

A Universidade de São Paulo (USP) corre o risco de sofrer sanções severas caso passe a fabricar as pílulas de fosfoetanolamina sintética para distribuição. O alerta é feito pelo diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Jarbas Barbosa. Segundo ele, a distribuição da substância pode ser considerada ilegal por não ter passado por testes clínicos, não ter aprovação da agência federal e não ser produzida em um laboratório de medicamentos.


Atualmente, a universidade produz as pílulas apenas para os casos de solicitação jurídica. A USP informou que não vai se pronunciar sobre o caso.

A pílula com suposta ação contra o câncer vinha sendo produzida no Instituto de Química da USP de São Carlos, onde foi desenvolvida por um grupo de pesquisadores liderados pelo químico Gilberto Orivaldo Chierice, hoje professor aposentado. Mesmo sem ter passado pelos testes exigidos pela legislação, foi fornecida gratuitamente a interessados até o dia 29 de setembro, quando o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) vetou a distribuição.

No dia 8 deste mês, porém, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em favor de uma pessoa que solicitou judicialmente o acesso à droga, levando o TJ-SP a voltar atrás e desencadeando uma chuva de liminares pela liberação. A universidade recebia, na semana passada, de 40 a 50 pedidos diários com base em liminares.

“Como por enquanto a USP parou a fabricação (para distribuição), tudo fica como está. Mas se a universidade voltar a fabricar a pílula, seguramente pode-se fazer uma inspeção sanitária e fechar o laboratório”, disse Barbosa ao Estado.

O diretor da Anvisa, no entanto, admite que o caso é complicado, já que a própria agência não considera que a substância seja um medicamento, o que pode dificultar as sanções. “Do ponto de vista da legislação brasileira, a pílula não é um medicamento, porque só são consideradas dessa forma substâncias que passaram pelos testes clínicos e foram aprovadas pela Anvisa. E a agência só exerce sua função regulatória quando há testes clínicos, ou seja, quando há ensaios em humanos, o que não foi feito.”

Polêmica. Decisão do STF desencadeou busca pela pílula

Divulgação
© Fornecido por Estadão Polêmica. Decisão do STF desencadeou busca pela pílula

Dessa forma, segundo Barbosa, a pílula tem permanecido em uma espécie de zona cinzenta da legislação. “Mas, se for encarada como medicamento, é completamente ilegal: foi produzida em local não autorizado para fabricação de produtos para uso em humanos (em um laboratório de química) e foi distribuída para a população, como se fosse uma espécie de ensaio clínico informal, sem autorização da Anvisa nem das comissões de ética”, afirmou. “Um laboratório produtor de medicamentos que vende drogas sem registro sofre sanções gravíssimas, incluindo o fechamento. Mas é verdade que, nesse caso, não se trata de um medicamento nem de um laboratório de medicamentos.”

Crime. Barbosa afirma que o artigo 273 do Código Penal caracteriza claramente como crime vender, distribuir ou entregar para consumo produto medicinal falsificado ou adulterado sem registro no órgão de vigilância sanitária competente. “A USP deveria interpelar esses pesquisadores e, se os resultados de seus estudos são promissores, ela deve estimular a realização dos testes clínicos.”

A decisão do Supremo, no entanto, complicou a situação da universidade, segundo Barbosa. “A USP decidiu acertadamente suspender a produção quando tomou conhecimento do caso. Mas a decisão do STF, sem base na ciência nem nas regras de pesquisa, causou uma confusão. É preciso proibir a distribuição da pílula. A ordem do STF mandando produzir algo fora das regras legais criou uma situação complexa”, disse.Depois de liberar a pílula para um paciente do Rio, obrigando a USP a fornecer a substância, o ministro do STF Luiz Edson Fachin alegou que a decisão foi excepcional, em razão de um “paciente cuja narrativa foi que estava em estado terminal”. Para Barbosa, porém, essa explicação pode ter sido fundamentada em um equívoco. “A confusão do STF é que ele considerou a pílula um medicamento em fase experimental, o que não é.”

Segundo Barbosa, Fachin pode ter considerado a aplicação da pílula como um caso de “uso compassivo”, um princípio que permite liberar um medicamento sem o registro da Anvisa. “Esse princípio se aplica quando temos um medicamento novo e promissor, já na última fase de testes clínicos, destinado a pacientes com doenças graves que não tenham alternativas de terapia com medicamentos registrados. Mas isso não se aplica à pílula de fosfoetanolamina, que nem mesmo chegou à fase de testes clínicos.”

Desespero. A reitoria da USP não quis comentar o caso e declarou apenas que reitera a nota oficial publicada no dia 14, na qual afirma que “a pílula não é remédio” e que estuda “a possibilidade de denunciar, ao Ministério Público, os profissionais que estão se beneficiando do desespero e da fragilidade das famílias e dos pacientes”.


Teste de labirinto virtual ajuda a prever Alzheimer décadas antes de sintomas

Jovens com risco genético de desenvolver a doença navegaram pelo teste de maneira diferente

© Fornecido por BBC 
Jovens com risco genético de desenvolver a doença navegaram pelo teste de maneira diferente

Diagnosticar Alzheimer décadas antes de um paciente apresentar os primeiros sintomas. Essa é a promessa de um exame que testou as funções cerebrais de pessoas de 18 a 30 ao fazê-los navegar em um labirinto em realidade virtual.

De acordo com os neurocientistas alemães que fizeram o estudo, pessoas com alto risco genético de desenvolver Alzheimer puderam ser identificadas de acordo com a performance delas no teste.

Os resultados podem ajudar no desenvolvimento de pesquisas futuras, diagnósticos e tratamento, segundo os autores da pesquisa, publicada na revista Science.

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Os cientistas, coordenado por Lukas Kunz, do Centro Alemão de Doenças Neurodegenerativas de Bonn, disse que o grupo de alto risco navegou pelo labirinto de uma maneira diferente.

Também foi possível notar uma redução das funções cerebrais da área responsável pela memória de orientação espacial.

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O estudo pode dar pistas sobre o porquê de pessoas com demência sentirem dificuldades em se localizar.

"Nossas conclusões podem fornecer novos parâmetros para pesquisas pré-clínicas a respeito do Alzheimer, além de uma explicação neurocognitiva para a desorientação espacial do Alzheimer", diz a reportagem sobre o estudo na revista Science.

Fatores de risco de Alzheimer incluem idade e estilo de vida

© Fornecido por BBC Fatores de risco de Alzheimer incluem idade e estilo de vida

Apesar de se saber que os genes têm um papel na demência, os seus efeitos são complexos e até hoje pouco compreendidos.

Estágio inicial

Laura Phipps, da organização Alzheimer's Research, disse que o estudo foca em jovens saudáveis com uma alta probabilidade genética de desenvolver Alzheimer, sugerindo que essas pessoas já mostram alterações em problemas de navegação espacial décadas antes da doença se manifestar.

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"Apesar de não sabermos se esses jovens do estudo realmente terão Alzheimer, caracterizar mudanças cerebrais em um estágio inicial com riscos genéticos é algo importante para ajudar os pesquisadores a entender melhor o porquê de algumas pessoas estarem mais suscetíveis a desenvolver a doença", disse.

"Os fatores de risco de Alzheimer são muitos e incluem idade e estilo de vida. Por isso é importante saber como cada um desses fatores podem contribuir para o risco de uma pessoa desenvolver a doença."




Cientistas avançam no tratamento do Mal de Parkinson

Divulgação/Michael J. Fox
Michael J. Fox: ator financiou pesquisa sobre Parkinson

Pesquisadores dos Estados Unidos conseguiram um avanço no tratamento do Mal de Parkinson. Driblando a seletiva barreira permeável que separa o sangue e o fluído extracelular do sistema nervoso central, a nova técnica de permite que os remédios cheguem onde 98% dos medicamentos não conseguem.

O método foi aplicado de maneira bem-sucedida em ratos. Por meio de um enxerto nasal, foi possível levar uma proteína terapêutica, fator neurotrófico (GDNF), ao cérebro dos animais. 

A substância foi escolhida porque já apresentou atrasos de progressão ou até mesmo a reversão do Mal de Parkinson.

Os pesquisadores do Instituto de Olhos e Ouvidos de Massachusetts, em parceria com a Harvard Medical School, e da Universidade de Boston acreditam que a técnica pode ser aplicada para levar medicamentos ao cérebro de pacientes diagnosticados com outros problemas que afetem o órgão e o sistema nervoso, como dor crônica e doenças psiquiátricas.

A nova técnica de aplicação de medicamentos ainda está em fase de testes, mas traz esperança no tratamento de doenças como o Mal de Parkinson, segundo os pesquisadores.

O estudo foi financiado pela Fundação Michael J. Fox, criada pelo astro da trilogia cinematográfica dos anos 80 “De Volta Para o Futuro”, que sofre com a doença desde a época das filmagens dos filmes.

Dexclorfeniramina (Polaramine)










Bula de Dexclorfeniramina (Polaramine)

O maleato de dexclofeniramina é um remédio anti-histamínico muito utilizado para tratar alergia na pele e outras reações alérgicas como rinite ou conjuntivite, por exemplo.

O maleato de dexclofeniramina pode ser comprado na farmácia com o nome comercial de Polaramine sob a forma de creme dermatológico, xarope ou comprimidos.
Indicações do Dexclorfeniramina (Polaramine)

O preço do Polaramine pode variar entre os 10 e os 20 reais, dependendo da forma de apresentação do medicamento e sua quantidade.

Indicações do Dexclorfeniramina (Polaramine)

O Dexclorfeniramina (Polaramine) está indicado para o tratamento de alergias, rinite alérgica, urticária, picada de inseto, conjuntivite alérgica, dermatite atópica e eczemas alérgicos.

Modo de uso do Dexclorfeniramina (Polaramine)

O modo de uso do Dexclorfeniramina (Polaramine) depende da forma de apresentação.

Dexclorfeniramina (Polaramine) em creme

Aplicar o Dexclorfeniramina (Polaramine) em creme sobre a pele afetada 2 vezes por dia.

Dexclorfeniramina (Polaramine) em xarope

Adultos e crianças acima de 12 anos: 5 ml 3 a 4 vezes por dia, não devendo ultrapassar 30 ml por dia.
Crianças de 6 a 12 anos: 2,5 ml três vezes por dia, não devendo ultrapassar 15 ml por dia.
Crianças de 2 a 6 anos: 1,25 ml três vezes por dia, não devendo ultrapassar 15 ml por dia.

Dexclorfeniramina (Polaramine) em comprimidos

Adultos e crianças acima de 12 anos: 2 mg, 3 a 4 vezes por dia, não devendo ultrapassar 12 mg por dia.
Crianças de 6 a 11 anos: 1 mg, a cada 4 ou 6 horas, não devendo ultrapassar 6 mg por dia.

Efeitos colaterais do Dexclorfeniramina (Polaramine)

Os efeitos colaterais do Dexclorfeniramina (Polaramine) incluem sonolência, urticária, coceira, prurido, calafrios, pressão baixa, dor de cabeça, palpitações, perda de apetite, fraqueza, nervosismo, azia, tontura, zumbidos e pressão baixa.

Contraindicações do Dexclorfeniramina (Polaramine)

O Dexclorfeniramina (Polaramine) está contraindicado para crianças com idade inferior a 2 anos e pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.

Diad


Bula de Diad

Diad é uma pílula do dia seguinte utilizada em caso de emergência para evitar a gravidez.

O Diad é um medicamento que tem como substância ativa o Levonorgestrel e, para que o remédio possa agir com eficácia, deve ser tomado até 72 horas após o contato íntimo desprotegido. É importante ressaltar que este é um método de emergência, logo o Diad não deve ser utilizado com frequência, pois pode causar problemas de saúde, devido a sua alta concentração de hormônio.

Indicações do Diad

Prevenção da gravidez.

Preço do Diad

O preço do Diad é em média 17,60 reais. 

Efeitos colaterais do Diad

Dor abdominal inferior; dores de cabeça; tontura; fadiga; náuseas; vômito; alteração no ciclo menstrual; fadiga; sensibilidade nos seios; sangramento irregular.

Contraindicações do Diad

Gravidez confirmada; mulheres em fase de lactação.
Modo de uso do Diad

Uso Oral

Adulto

Um comprimido de Diad deve ser administrado logo que for conveniente ao paciente, mas, no máximo 72 horas após a relação desprotegida. O segundo comprimido do medicamento deve ser administrado 12 horas após o primeiro.

Betametasona









Bula de Betametasona

O dipropionato de betametasona é um medicamento com ação anti-inflamatória, anti-alérgica e anti-reumática, vendido comercialmente com os nomes de Diprospan; Dipronil ou Dibetam.

A betametasona de uso tópico alivia coceiras e também está presente em cremes ou pomadas como: Betaderme; Betnovate; Candicort; Dermatisan; Diprogenta; Naderm; Novacort; Permut; Quadriderm; e Verutex.

A betametasona pode ser usada no tratamento de doenças agudas crônicas suscetíveis aos corticoides, como alterações osteomusculares de tecidos moles; condições alérgicas; condições dermatológicas; colagenoses ou câncer.

Indicações da Betametasona

Artrite reumatoide; osteoartrite; bursite; espondilite anquilosante; epicondilite; radiculite; coccidinia; dor ciática; lumbago; torcicolo; cisto ganglionar; exostose; fascite.

Condições alérgicas: Asma brônquica crônica (incluindo terapia adjuvante para o estado de mal asmático); febre do feno; edema angioneurótico; bronquite alérgica; rinite alérgica sazonal ou perene; reações medicamentosas; doenças do sono; picadas de insetos.

Condições dermatológicas: Dermatite atópica (eczema numular); neurodermatite (líquen simples circunscrito); dermatite de contato; dermatite solar grave; urticária; líquen plano hipertrófico; necrobiose lipoídica diabética; alopécia areata; lúpus eritematoso discoide; psoríase; queloides; pênfigo; dermatite herpetiforme; acne cística.

Colagenoses: Lúpus eritematoso sistêmico; esclerodermia; dermatomiosite; periarterite nodosa. Neoplasias: Para o tratamento paliativo de leucemias e linfomas em adultos; leucemia aguda da infância.

Outras condições: Síndrome adrenogenital; colite ulcerativa; ileíte regional; condições pediátricas (bursite sob heloma duro, hallux rigidus, digiti quinti varus); afecções necessitando de injeções subconjuntivas; discrasias sanguíneas que respondem aos corticoides; nefrite e síndrome nefrótica; insuficiência adrenocortical primária ou secundária poderá ser tratada com betametasona, porém deverá ser suplementada com mineralocorticoides.

Betametasona injetável é recomendada para:
Injeções intramusculares em doenças que respondem aos corticoides sistêmicos
Injeções diretamente no tecido mole afetado, quando indicado
Injeções intra-articulares e periarticulares em artrites
Injeção intra-lesional em várias condições dermatológicas
Injeção local em certas alterações inflamatórias e císticas do pé

Preço da Betametasona

O preço da Betametasona pode variar entre R$ 2 e 75, dependendo da apresentação, que pode ser em gotas comprimidos ou creme, e da quantidade de medicamento por grama por embalagem. Por exemplo, 20 comprimidos com 0,5 mg de betametasona pode custar R$ 3, enquanto a pomada de 30 g com concentração de 1mg pode custar R$ 4, na versão genérica, ou R$ 20 na versão de marca.

A grande variação de preço da betametasona está relacionada com o tipo de associação apresentada, indicação, via de administração e concentração do produto.

Efeitos colaterais da Betametasona

Hipertensão; fraqueza muscular; coceira; dor muscular, perda de massa muscular; osteoporose; fraturas vertebrais; necrose asséptica da cabeça do fêmur e do úmero, fratura patológica dos ossos longos; rotura de tendão; instabilidade articular decorrente de repetidas injeções intra-articulares; úlcera péptica com possível perfuração e hemorragia; pancreatite; distensão abdominal, esofaringite ulcerativa; comprometimento de cicatrização dos tecidos; atrofia cutânea; adelgaçamento cutâneos; petéquias e equimoses; eritema facial; aumento da sudorese; diminuição ou supressão da reação aos testes cutâneos; reações como dermatite alérgica; urticária, edema angioneurótico; convulsões; aumento da pressão intracraniana com edema de papila; vertigem; cefaleia; irregularidades menstruais; desenvolvimento de Síndrome de Cushing; supressão do crescimento na infância e no período intra-uterino; falta de resposta adrenocortical e pituitária, particularmente em períodos de estresse, como trauma, cirurgias ou doenças; diminuição da tolerância aos carboidratos, manifestações clínicas de diabetes latente, aumento das necessidades diárias de insulina ou agentes hipoglicemiantes orais; cataratas subcapsulares posteriores; aumento da pressão intra-ocular; glaucoma; exoftalmia; balanço nitrogenado negativo devido ao catabolismo proteico e distúrbios psiquiátricos, como euforia; alteração de humor; depressão grave até manifestações psicóticas fracas; mudanças de personalidade, insônia.

Outros efeitos colaterais relatados são reações anafiláticas, hipersensibilidade, hipotensão e choque, que estão sempre relacionadas com a dose e a duração do tratamento.

Contraindicações da Betametasona

Gravidez risco C; amamentação; infecções sistêmicas por fungos; hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou outros corticoides.

A Betametasona não deverá ser administrada por via intramuscular a pacientes com púrpura trombocitopênica idiopática.

A Betametasona não deve ser usada por via intravenosa ou subcutânea e deve ser usada com cautela, em casos de pacientes com colite ulcerativa não específica, se houver possibilidade de perfuração iminente, abscesso ou outra infecção piogênica; diverticulite; anastomose intestinal recente; úlcera péptica ativa ou latente; insuficiência renal; hipertensão; osteoporose e miastenia.
Interações medicamentosas da Betametasona

Os medicamentos listados a seguir não deve ser utilizados concomitantemente com a terapia de betametasona, por produzirem efeitos indesejáveis:

Fenobarbital, fenitoína, rifampicina e efedrina; Estrógenos; Digitálicos; Anfotericina B; Cumarínicos; Anti-inflamatórios não hormonais e álcool; Salicilatos; Ácido acetilsalicílico; Hipoglicemiantes; Glicocorticoides.

Modo de uso da Betametasona

Uso tópico (na pele).
Adultos:

Aplicar uma pequena quantidade do medicamento na pele, de 1 a 4 vezes ao dia.
Crianças:

Aplicar na pele, de 1 a 4 vezes ao dia, por um período máximo de 14 dias, não devendo ser utilizado em menores de 12 anos.

Cefalexina

Luíse Lopes (Farmacêutica)


Bula de Cefalexina

A cefalexina é um antibiótico de amplo espectro que pode ser utilizado no tratamento de algumas infecções, como sinusite, otite ou infecção urinária, por exemplo.

A cefalexina pode ser comprada com prescrição médica nas farmácias convencionais com o nome de Keflex, Cefacimed, Ceflexin ou Cefaxon, sob a forma de cápsulas ou xarope.

Preço da Cefalexina

O preço da Cefalexina varia entre 15 e 60, de acordo com a forma de apresentação e quantidade do produto.

Indicações da Cefalexina

A cefalexina está indicada no tratamento de todas as infecções causadas por micro-organismos sensíveis a este antibiótico, como no tratamento de infecções do trato respiratório, otite média, infecções da pele, infecções ósseas, infecções genito-urinárias, incluindo prostatite aguda, e infecções dentárias.

Modo de uso da Cefalexina

O modo de uso da Cefalexina varia de acordo com o tratamento, sendo que o recomendado para o adulto é:
Faringite, infecções da pele e cistite: 500 mg ou 1 grama, de acordo com indicação do médico, a cada 12 horas;
Infecções respiratórias: 500 mg a cada 6 horas.

Efeitos colaterais da Cefalexina

Os principais efeitos colaterais da Cefalexina incluem diarreia, má digestão, dor abdominal, dor de estômago, náuseas, vômitos.

Contraindicações da Cefalexina

A Cefalexina está contraindicada para pacientes com hipersensibilidade a cefalosporinas.

Nimesulida

Luíse Lopes (Farmacêutica)


Bula de Nimesulida

A Nimesulida é um medicamento que é usado para o tratamento da dor aguda, como dor de garganta ou de cabeça e para aliviar as dores menstruais, pois tem ação analgésica.

O medicamento pode ser vendido com os nomes comerciais Nimesubal, Nisulid, Arflex, Fasulide e pode ser produzido pelos laboratórios, Sandoz, EMS ou Sigma Pharma. Além disso, pode ser comprado em farmácias sob a forma de comprimidos, comprimidos dispersíveis, cápsulas, gotas, granulado, supositórios e gel dermatológico.

Preço da Nimesulida

A Nimesulida pode custar entre 7 e 32 reais, variando de acordo com a forma, a dose e a quantidade que é comprada.

Indicações da Nimesulida

A Nimesulida está indicada para o alivio da dor agudas como dor de ouvido, garganta ou de dente e dor provocada pela menstruação.

A Nimesulida em forma de gel é usada para alivio da dor de tendões, ligamentos, músculos e articulações devido a traumatismos. 

Embora a Nimesulida pertença ao grupo dos anti-inflamatórios não esteroides, este medicamento não deve ser utilizada como anti-inflamatório, estando apenas aprovada a sua ação analgésica de curta duração.

Modo de Uso da Nimesulida

O modo de uso da Nimesulida deve ser orientado pelo médico, sendo que:
Comprimidos e cápsulas: deve ser ingerido por via oral 2 vezes ao dia, de 12 em 12 horas e após as refeições, para não ser agressivo para o estômago.
Comprimidos dispersíveis e granulado: deve-se dissolver o comprimido ou o granulado em 100ml de água, de 12 em 12 horas e após as refeições;
Gel dermatológico: deve ser aplicado até 3 vezes ao dia na região que a pessoa tem dor durante 7 dias;
Gotas: recomenda-se administrar uma gota por 1 kg de peso, duas vezes ao dia, na boca da criança ou diluída as gotas em um pouco de água, podendo ser ingerido por crianças a partir de 1 ano.
Supositórios: pode ser administrado de 8 em 8h em crianças a partir de 1 ano.

A Nimesulida é vendida em caixas de 12 comprimidos de 100 mg, 200 mg, 400 mg e 1000 mg, frascos de gotas de 15 ml com 50 mg, caixas com 12 envelopes de 20 mg de granulado, supositórios 100 mg e gel com 40 mg. Além disso, o uso deste medicamento deve ser limitado a um período máximo de 15 dias.

Efeitos Colaterais da Nimesulida

Os principais efeitos colaterais da Nimesulida incluem diarreia, perda de apetite, náuseas, fezes escuras e ictericia, porém a ocorrência destes efeitos não é comum.

A dor de estômago, pode ocorrer caso o medicamento seja ingerido antes das refeições.

Contraindicações da Nimesulida

A Nimesulida de via oral está contraindicada para uso infantil, só devendo ser usada a partir dos 12 anos. Mulheres grávidas ou em fase de amamentação também deve evitar o seu uso.

Além disso, este medicamento está contraindicado para indivíduos com alergia a qualquer componente do medicamento, ao ácido acetilsalicílico ou a outros anti-inflamatórios, com úlcera no estômago, com hemorragia no trato gastrintestinal; insuficiência cardíaca, renal ou hepática grave.

Ranitidina (Antak)










A Ranitidina, comercializada como o nome Antak, é um medicamento anti-ulceroso indicado no tratamento de problemas de estômago, como úlceras gástrica e duodenal, esofagite de refluxo, gastrite e duodenites.

Este medicamento é produzido pelo laboratório Glaxosmithkline Brasil e, pode ser comprado em farmácias sob a forma de comprimidos ou xarope e também pode ser aplicado pelo enfermeiro através de injetável.

Preço da Antak

O preço da Antak varia entre 23 e 91 reais, dependendo da quantidade e forma.

Indicações da Antak

A Antak está indicada para prevenção de úlceras mas também no tratamento de úlcera duodenal, úlcera gástrica benigna, úlcera pós-operatória, síndrome de Zollinger-Ellison, dor epigástrica ou retroesternal relacionada com as refeições ou durante o sono. Também pode ser usado no tratamento de doenças relacionadas à hipersecreção ou hipersensibilidade à secreção gástrica, tais como esofagite de refluxo associada ou não à hérnia de hiato.

Este remédio, promove a diminuição da produção de ácido e pepsina no estômago, favorecendo a cicatrização da gastrite ou das úlceras pépticas do estômago e do duodeno, prevenindo complicações.

Modo de uso da Antak

​O uso de Antak é indicado pelo clínico geral ou gastroenterologista e devem ser seguidas suas indicações.

O uso oral inclui a toma de comprimidos ou xarope, geralmente, é indicado a toma de 150 mg a 300 mg 2 a 3 vezes ao dia, durante 1 mês. No caso da criança, normalmente é indicado 2 a 8 mg /Kg por dia, divididos em 3 vezes ao longo do dia.

No caso de Antak injetável, o remédio é administrado pelo enfermeiro, dado pela veia durante 2 min e de 6-8 horas, durante o período indicado pelo médico.

Caso o paciente se esqueça de tomar uma dose, deve voltar a tomar o medicamento o mais rápido possível, continuando o tratamento da forma prescrita, sendo que jamais deve tomar uma dose dobrada para compensar a dose que se esqueceu de tomar.

Efeitos colaterais da Antak

Os principais efeitos colaterais da Antak incluem tontura, sonolência, insônia e vertigem.

Quando é administrada pela veia, além desses efeitos pode sentir dor no local da picada e pele avermelhada.

Contraindicações da Antak

Antank está contraindicado para gravidez, durante a amamentação e pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Além disso, crianças menores de 1 mês de idade, porfiria e pessoas com insuficiência renal também não devem usar.