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Cientistas anunciam nascimento de bebê com "três pais"

Thinkstock/praisaeng
Bebê: cientistas combinaram DNAs de três pessoas diferentes para que criança nascesse saudável

 Cientistas anunciaram hoje o nascimento de um bebê com três pais biológicos. A notícia foi publicada pelo site especializado em ciência New Scientist. A técnica de fertilização in vitro combinou o DNA de três pessoas—e não duas como era de se esperar.

O bebê, que já está com cinco meses de idade, combina DNA de duas mulheres e um homem. A técnica deverá ser usada para permitir que pais com mutações genéticas tenham filhos saudáveis, afirma a New Scientist.

Chamado Abrahim Hassan, o bebê é filho de pais da Jordânia. Eles foram tratados por médicos americanos e o nascimento do bebê foi no México, por questões legais. A mãe da criança tem Síndrome de Leigh, uma enfermidade neurológica e hereditária.

Dois filhos anteriores da mulher haviam morrido por conta da doença. Após o nascimento, o bebê foi testado para saber se carregava a doença. Menos de 1% de suas células apresentaram traços da síndrome—a doença levanta preocupações caso 18% das células apresentarem problemas.

A técnica usada pelos cientistas combina o espermatozoide do pai, o óvulo da mãe e mitocôndrias de uma doadora. Por conta disso, o bebê é concebido com DNA de três pessoas. O recurso ajudará cientistas a conceber crianças saudáveis de pais que tenham problemas genéticos que são carregados pela mitocôndria, como é o caso da Síndrome de Leigh.

Pesquisadores ouvidos pela New Scientist e que não se envolveram no trabalho chamaram a descoberta de revolucionária.

Lúpus: sintomas, tratamentos e causas

O que é Lúpus?

O lúpus eritematoso sistêmico (LES), conhecido popularmente apenas como lúpus, é uma doença autoimune que pode afetar principalmente pele, articulações, rins, cérebro mas também todos os demais órgãos.

Doenças autoimunes ocorrem quando o sistema imunológico ataca tecidos saudáveis do corpo por engano. Dentre mais de 80 doenças autoimunes conhecidas, o lúpus é uma das mais importantes.


Tipos
Existem três tipos de lúpus. Conheça:


Lúpus discoide

A inflamação é sempre limitada à pele. Este tipo pode ser identificado a partir do surgimento de lesões cutâneas avermelhadas que costumam aparecer no rosto, na nuca ou também no couro cabeludo.

Lúpus sistêmico

A inflamação ocorre no organismo, comprometendo vários órgãos ou sistemas do corpo não sendo restrito a pele. Algumas pessoas com lúpus discoide podem evoluir para a forma sistêmica. Os sintomas causados por este tipo da doença dependem do local da inflamação como rins, coração, pulmões e até ao sangue, além das lesões cutâneas e às articulações.

Lúpus induzido por drogas

Algumas drogas ou medicamentos podem provocar uma inflamação temporária enquanto do seu uso e provocar sintomas que são muito parecidos com os do lúpus sistêmico. As manifestações desaparecem com o parar do uso.

Causas

O lúpus ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói alguns tecidos saudáveis do corpo. Não se sabe exatamente o causa esse comportamento anormal, mas pesquisas indicam que a doença seja resultado de uma combinação de fatores, como genética e meio ambiente.

Esses mesmos estudos mostram que pessoas com pré-disposição ao lúpus podem desenvolver a doença ao entrar em contato com algum elemento do meio ambiente capaz de estimular o sistema imunológico a agir de forma errada. O que a ciência ainda não sabe é quais são todos esses componentes. Os pesquisadores, no entanto, têm alguns palpites:

Luz solar: a exposição à luz do sol pode iniciar ou agravar uma inflamação préexistente a desenvolver lúpus
Medicamentos: lúpus também pode estar relacionado ao uso de determinados antibióticos, medicamentos usados para controlar convulsões e também para pressão alta. Pessoas com sintomas parecidos com os do lúpus geralmente param de apresentar quando interrompem o uso.

Fatores de risco

Veja o que pode facilitar a incidência de lúpus:

Sexo biológico: a doença é mais comum em mulheres do que em homens
Idade: a maior parte dos diagnósticos acontece entre os 15 e os 40 anos, apesar de poder surgir em todas as idades
Etnia: lúpus é mais comum em pessoas afro-americanas, hispânicas e asiáticas.

sintomas

Sintomas de Lúpus

Os sintomas do lúpus podem surgir de repente ou se desenvolver lentamente. Eles também podem ser moderados ou graves, temporários ou permanentes. A maioria dos pacientes com lúpus apresenta sintomas moderados, que surgem esporadicamente, em crises, nas quais os sintomas se agravam por um tempo e depois desaparecem.

Os sintomas podem também variar de acordo com as partes do seu corpo que forem afetadas pelo lúpus. Os sinais mais comuns são:

Fadiga

Febre

Dor nas articulações

Rigidez muscular e inchaços

Rash cutâneo - vermelhidão na face em forma de "borboleta" sobre as bochechas e a ponta do nariz. Afeta cerca de metade das pessoas com lúpus. O rash piora com a luz do sol e também pode ser generalizado

Lesões na pele que surgem ou pioram quando expostas ao sol

Dificuldade para respirar

Dor no peito ao inspirar profundamente

Sensibilidade à luz do sol

Dor de cabeça,confusão mental e perda de memória

Linfonodos aumentados

Queda de cabelo

Feridas na boca

Desconforto geral, ansiedade, mal-estar.

Outros sintomas de lúpus dependem de qual é a parte do corpo afetada:

Cérebro e sistema nervoso: cefaleia, dormência, formigamento, convulsões,problemas de visão, alterações de personalidade
Trato digestivo: dor abdominal, náuseas e vômito
Coração: ritmo cardíaco anormal (arritmia)
Pulmão: tosse com sangue e dificuldade para respirar
Pele: coloração irregular da pele, dedos que mudam de cor com o frio (fenômeno de Raynaud).

Alguns pacientes têm apenas sintomas de pele. Esse tipo é chamado de lúpus discoide.

diagnóstico e exames

Na consulta médica

Procure um médico se surgirem manchas vermelhas em seu rosto. Essas podem ser um sinal de rash cutâneo.

Aproveite a consulta e tire todas as dúvidas que você tiver. Lembre-se também de fazer uma descrição completa de seus sintomas. Isso ajudará o médico a fazer o diagnóstico do tipo de lúpus.

Você pode perguntar:

Quais exames serão necessários para fazer o diagnóstico?

Lúpus tem cura?

A doença vai alterar muito meu estilo de vida, meu cotidiano e meus hábitos?

Quais são os efeitos colaterais do tratamento?
O que esperar do médico?

Durante a consulta médica, o especialista também lhe fará algumas perguntas. Esteja preparado para responde-las:

Exposição ao sol costuma provocar o surgimento de lesões na pele?
Você sente dor nos dedos quando está frio?

Entre os seus sintomas estão problemas de memória e concentração?

Os sintomas têm prejudicado seu desempenho no trabalho ou têm atrapalhado suas relações sociais?

Você já foi diagnosticado com algum outro problema de saúde?

Diagnóstico de Lúpus

É difícil realizar o diagnóstico para lúpus, pois os sintomas variam muito de pessoa para pessoa, mudam com o passar de tempo, sobrepõem-se uns aos outros e confundem-se com os sintomas de outras doenças.

O médico realizará um exame físico e auscultará seu tórax com um estetoscópio. Um som anormal chamado atrito pericárdico ou atrito pleural poderá ser escutado. Um exame do sistema nervoso também pode ser realizado.

Os exames usados para diagnosticar o lúpus incluem:

Exames de anticorpos, incluindo teste de anticorpos antinucleares
Hemograma completo
Radiografia do tórax
Biópsia renal
Exame de urina.

tratamento e cuidados

Tratamento de Lúpus

Existe tratamento mas não há cura definitiva para o lúpus, assim como outas doenças como diabetes e pressão alta. O principal objetivo do tratamento é controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença.

A doença branda pode ser tratada com:

Antiinflamatórios não esteroides para artrite e pleurisia
Protetor solar para as lesões de pele
Corticoide tópico para pequenas lesões cutâneas
Uma droga antimalárica (hidroxicloroquina) e corticoides de baixa dosagem para os sintomas de pele e artrite.

Sintomas graves ou que acarretem risco de morte (como a anemia hemolítica, amplo envolvimento cardíaco ou pulmonar, doença renal ou envolvimento do sistema nervoso central) frequentemente necessitam de um tratamento mais agressivo com especialistas.

O tratamento para lúpus mais grave inclui:

Alta dosagem de corticoides ou medicamentos para diminuir a resposta do sistema imunológico do corpo (imunossupressores)
Drogas citotóxicas (drogas que bloqueiam o crescimento celular) quando não houver melhora com corticoides ou quando os sintomas piorarem depois de interromper o uso. Esses medicamentos têm efeitos colaterais graves, por isso o médico deverá monitorar o uso com muita frequência.

Medicamentos para Lúpus

Os medicamentos mais usados para o tratamento de lúpus são:

Androcortil
Azatioprina
Benevat
Betatrinta
Betnovate
Betametasona
Bi Profenid
Celestone
Cetoprofeno
Decadron
Diprospan
Duoflam
Prednisolona
Prednisona
Predsim
Profenid.

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

convivendo (prognóstico)

Convivendo/ Prognóstico

Se você tem lúpus, é importante ter cuidados com a saúde, especialmente com a saúde do coração, a fim de prevenir problemas cardíacos mais graves no futuro. Além disso, é igualmente importante fazer uma análise frequente da imunização e testes para verificar também a saúde dos ossos (presença ou não de osteoporose) e outras doenças.

A psicoterapia e os grupos de apoio podem ajudar a aliviar a depressão e as alterações no humor que venham a ocorrer em pacientes com a doença.

Siga algumas dicas também que podem melhorar sua qualidade de vida e ajudar no tratamento:
Descanse bastante. Pessoas com lúpus frequentemente sentemse cansadas, mas não é um cansaço normal. É fadiga, um sintoma da doença que precisa ser tratado. O melhor remédio, neste caso, é o descanso

Tome cuidado com o sol. Você deve utilizar roupa protetora, óculos escuros e protetor solar quando estiver exposto ao sol
Exercite-se. Exercícios físicos regulares podem ajudar na recuperação de uma crise causada pelo lúpus, a reduzir o risco de ataque cardíaco, tratar sintomas de depressão e no bem-estar geral do corpo

Não fume. O consumo do cigarro aumenta os riscos de doenças cardiovasculares e pode também piorar os efeitos do lúpus
Mantenha uma dieta saudável. Coma muitos grãos, frutas e vegetais. E, se tiver alguma restrição por causa do tratamento ou por causa da doença em si, não saia da dieta.

A recuperação do indivíduo depende da gravidade da doença. O resultado para pessoas com lúpus melhorou nos últimos anos.

Complicações possíveis

Se não tratado corretamente, o lúpus pode causar complicações graves a diversos órgãos importantes do nosso corpo. Veja:

Rins

A falência dos rins está entre as principais causas de morte por complicações de lúpus. Irritação, coceira generalizada, dores no peito, náuseas, vômito e edemas estão entre os sintomas de que o lúpus chegou aos rins.

Cérebro

Você pode apresentar alguns sintomas específicos se o cérebro tiver sido afetado, como dor de cabeça, confusão, tontura, mudanças de comportamento, alucinações, derrames cerebrais (AVC) e convulsões.

Vasos sanguíneos

Anemia, aumento no risco de sangramentos e inflamação dos vasos (vasculite) estão entre as principais complicações possíveis decorrentes de lúpus.

Pulmões

Lúpus também pode levar à pleurisia, que pode causar dor durante a respiração.

Coração

Pode ocorrer também a inflamação dos músculos do coração e artérias e pericardite. As chances de ter um ataque cardíaco e outras doenças cardiovasculares também aumentam significativamente.

Ter lúpus também pode acarretar em outros problemas, como:
Infecção: as chances de uma pessoa com lúpus desenvolver algum tipo de infecção aumentam muito, pois tanto a doença quanto o tratamento comprometem o sistema imunológico. As infecções mais comuns são no trato urinário e respiratório, por fungos, salmonela e herpes.

Câncer: o surgimento de tumores e de agravamento ao câncer também é uma das possíveis complicações do lúpus.
Necrose avascular: ocorre a morte das células que revestem os ossos, causando pequenas fraturas e o rompimento de muitas articulações, em especial as do quadril.
Complicações na gravidez: as mulheres que sofrem de lúpus e engravidam geralmente são capazes de manter a gravidez e dar à luz um bebê saudável, desde que não sofram de doença renal ou cardíaca grave e que o lúpus esteja sendo tratado adequadamente. Entretanto, a presença de anticorpos de lúpus pode aumentar o risco de perda na gravidez.

prevenção

Prevenção

Não há formas conhecidas para se prevenir lúpus.


fontes e referências:

Ministério da Saúde
Associação Brasileira Superando Lúpus
Sociedade Brasileira de Reumatologia
Revisado por: Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)

Ópio

ATENÇÃO!!!
ESSE ESPAÇO VISA UM MAIOR ESCLARECIMENTO SOBRE OS EFEITOS DAS DROGAS NO ORGANISMO HUMANO, TODO MATERIAL TRATA-SE DE MATÉRIA DE ESTUDO, SEM A MINÍMA APOLOGIA A QUALQUER TIPO DE DROGA, DÊ PREFERÊNCIA A VIDA "NÃO USE DROGAS".


A palavra ópio em grego significa suco, o qual é obtido realizando-se incisões na cápsula de uma planta quando ainda verde, denominada Papaver somniferum, mais popularmente conhecida como papoula do Oriente, que é originária da Ásia Menor e cultivada na China, Irã, Índia, Líbano, Iugoslávia, Grécia, Turquia e sudoeste da Ásia. Desta mesma planta, também podem ser extraídas várias outras substâncias com propriedades farmacológicas.

O ópio é produzido à partir deste suco resinoso, que é um látex leitoso e coagulado, que depois de seco, torna-se uma pasta de cor acastanhada, e então é fervida para transformar-se em ópio, que por sua vez tem um cheiro típico e desagradável, manifestando-se potencialmente com o calor, de sabor acre e amargo.

Atualmente, o ópio é ilegal e considerado uma das substâncias mais viciantes que existem, no entanto possui propriedades anestésicas, e por milhares de anos foi utilizado como sedativo e tranquilizante, e também ministrado como remédio para diarréia, gota, diabetes, disenteria, tétano, insanidade e ninfomania.

Do ópio também pode-se obter opiáceos naturais , como a morfina (alcalóide com efeito narcótico), e a codeína, e os opiáceos semi-sintéticos, onde temos como exemplo a heroína. Ainda temos as substâncias totalmente sintéticas, isto é fabricadas em laboratório que denominam-se opióides, que são narcóticos ou hipnoanalgésicos, ou seja, tem efeito analgésico e hipnótico (dão sono), utilizados sob prescrição médica como medicamentos, em casos extremos sem que se tenham outras opções.

Papaver somniferum, de onde o Ópio é obtido. Foto: df028 / Shutterstock.com

Efeitos

De um modo geral. todos os opiáceos e opióides são depressores do SNC (Sistema Nervoso Central), ou seja, diminuem o seu funcionamento, produzindo uma hipnose e uma analgesia, mas, estão diretamente relacionados às doses administradas, pois quando utilizadas em doses maiores que a terapêutica poderão deprimir algumas outras regiões cerebrais, como por exemplo, a freqüência cardíaca, a respiração, pressão sangüínea, etc.

Algumas dessas drogas tem efeito farmacológico, quando administradas corretamente, e sob prescrição médica, como é o caso da codeína, muito eficiente como anti-tussígeno (contra a tosse). No caso de uso de substâncias ilícitas ou sem indicação médica flagra-se o que chama-se de abuso, onde o indivíduo estará sujeito à ações indiscriminadas e imprevisíveis da droga.

No caso do ópio, quando utilizado, na forma de pó, cápsulas, comprimidos, ou chás seus efeitos , durarão aproximadamente de três à quatro horas e dependerão da quantidade de droga utilizada, da freqüência do uso e das condições físicas e psicológicas do usuário, podem ser agudos ou crônicos, porém, de um modo geral são os seguintes:

Físicos

Vômitos, náuseas, ansiedade, tonturas, falta de ar, contração acentuada da pupila dos olhos, paralisia do estômago, prisão de ventre., palidez, perda de peso, membros pesados, queda da pressão arterial, alteração da freqüência cardíaca e respiratória, podendo chegar à cianose(cor azulada da pele), com o uso crônico poderá ocorrer intensificação de alguns sintomas, tais como: má digestão e prisão de ventre crônicas e problemas de visão devido à miose.

Psíquicos

O uso freqüente do ópio e à longo prazo diminui a atividade cerebral podendo causar: deterioração intelectual, irritabilidade crescente, apatia, mente letárgica, indisposição, declínio dos hábitos sociais, diminuição da capacidade de vigília (provoca o sono), alteram os centros da dor, causam depressão geral do cérebro ocasionando uma perda de contato com a realidade e mente obnubilada (sem rumo).

Overdose

Quando ocorre um aumento nas dosagens, os efeitos poderão evoluir para casos de overdose, com sonolência descontrolada, coma e em casos mais graves, a morte por falha respiratória.

A overdose ainda poderá ocorrer por mistura da droga com álcool e barbitúricos.

Tolerância e dependência

A maioria das drogas inicialmente, parecem inofensivas, trazendo falsas sensações de bem-estar, relaxamento e tranqüilidade momentâneas, diminuição da ansiedade cotidiana, mudança de estados psíquicos, agitação e vivência de experiências e visões totalmente ilusórias.

Após esse período, e com o uso freqüente, poderá desenvolver-se a tolerância (que é a busca de doses cada vez mais elevadas para um mesmo resultado). com possível dependência física e psíquica (trata-se de necessitar do entorpecente para sentir-se bem ou até mesmo para viver), que varia de acordo com a substância utilizada.

Igualmente à seus derivados, o ópio provoca no organismo, a tolerância e não pode-se prever o ponto em que o indivíduo torna-se grave dependente. Nesse caso, o usuário deixa de sentir o estupor causado pela droga, porém neste estágio já encontra-se totalmente aprisionado, de uma vez que, normalmente não deixa de consumi-la para escapar da inevitável e terrível síndrome de abstinência, que pode iniciar-se dentro de aproximadamente doze horas e estender-se de um à dez dias, incluindo: cólicas musculares e abdominais, lacrimejamento, dores cruéis, insônia, falta de apetite, inquietação, sudorese, arrepios, diarréias, tremores, instabilidade emocional com crises de choro, vômito,náuseas e vertigens. Além disso o o uso da droga não poderá ser descontinuado abruptamente, ficando o usuário neste caso, sujeito a sua morte.

Tratamento

Como vimos o ópio e seus derivados são substâncias com grandes possibilidades de causar dependência e mudanças bioquímicas permanentes a nível molecular, ocasionando uma pré-disposição ao uso, que mesmo depois de anos de privação da droga , o ex-dependente poderá retornar ao vício.

De qualquer forma, havendo o desejo de descontinuar o seu uso este deverá ter acompanhamento médico com diminuição progressiva da dose de opiáceo com possível inclusão de medicamentos que auxiliam no abandono da droga.

Fontes
- Fonte: Oficina Ciência Viva
- CEBRID (Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas Psicotrópicas)
- UNIFESP/ EPM – Depto. de Psicobiologia

Doença de Fox-Fordyce

A Doença de Fox-Fordyce é uma doença inflamatória que resulta da obstrução das glândulas sudoríparas, levando ao aparecimento de pequenas bolinhas amareladas na região da axila ou virilhas.

As causas da Doença de Fox-Fordyce podem ser fatores emocionais, alterações hormonais, aumento na produção ou alterações químicas do suor que podem levam à obstrução das glândulas sudoríparas e aparecimento da inflamação.

A Doença de Fox-Fordyce não tem cura, porém existem tratamentos que podem reduzir a inflamação ou reduzir o aparecimento das lesões.

Foto da Doença de Fox-Fordyce
Doença de Fox-Fordyce na axila

Tratamento da Doença de Fox-Fordyce

O tratamento da Doença de Fox-Fordyce pode ser feito com remédios, que têm como função reduzir a inflamação, coceira ou queimação que alguns indivíduos podem sentir nas regiões com as lesões. Alguns remédios usados são:

Clindamicina (tópica);
Peróxido de benzoíla;
Tretinoína (tópica);
Corticoesteroides (tópicos);
Anticoncepcionais (orais).

Outras opções de tratamento podem ser as radiações ultravioletas, raspagem da pele, ou cirurgia a laser para remover as lesões na pele.

Sintomas da Doença de Fox-Fordyce

Os sintomas da Doença de Fox-Fordyce surgem geralmente nas regiões onde há mais transpiração, como axila, virilha, aréola da mama ou umbigo. Alguns sintomas podem ser:

Pequenas bolinhas amarelas;
Vermelhidão;
Coceira;
Perda de pêlos;
Diminuição do suor.

Os sintomas da Doença de Fox-Fordyce pioram no verão devido ao aumento de produção de suor e em momentos de muito estresse, devido a alterações hormonais.

Câncer de intestino (Sintomas)

Os principais sintomas de câncer de intestino, como diarreias frequentes, sangue nas fezes ou dor na barriga, podem ser difíceis de identificar porque são sinais que também podem ocorrer devido a problemas comuns, como infecção intestinal ou hemorroidas.

Além disso, os sinais variam de acordo com a localização do tumor e gravidade da doença, sendo recomendado procurar o médico quando os sintomas persistem por mais de 1 mês.

Sintomas de Câncer Colorretal

O câncer que mais afeta o intestino é o colorretal, que atinge a última parte do intestino grosso. A seguir estão listados os principais sintomas deste tipo de câncer. 

1. Diarreia ou prisão de ventre constantes
2. Fezes de cor escura ou com sangue
3. Gases e cólicas abdominais
4. Sangue no ânus ou visível no papel higiênico ao limpar
5. Sensação de peso ou dor na região anal, mesmo após evacuar
6. Cansaço frequente
7. Análises de sangue com presença de anemia
8. Perda de peso sem razão aparente

Sintomas de câncer no intestino delgado

Porém, o câncer de intestino também pode surgir na primeira parte do intestino, conhecida como intestino delgado, provocando sintomas menos específicos como dor no abdômen, cansaço geral, anemia e perda de peso, não sendo fácil de identificar sem exames complementares, como tomografia computadorizada, requisitados pelo gastroenterologista.

Quando ir ao médico

Na presença desses sintomas por mais de 1 mês, é importante procurar o médico para fazer exames que identifiquem a causa do problema, especialmente no caso de pessoas com mais de 50 anos.

Além disso, a presença de alguns problemas aumenta o risco de desenvolver câncer intestinal, como obesidade, diabetes não controlado, dieta pobre em fibras, presença de doenças inflamatórias intestinais crônicas, como Doença de Crohn, ou quando existe histórico de pólipos ou câncer na família.


Exames que confirmam a presença de câncer

Em caso de suspeita de câncer, os exames mais utilizados para confirmar o diagnóstico são:
Exame de fezes: ajuda a identificar a presença de sangue oculto ou de bactérias responsáveis por alterar o trânsito intestinal;
Colonoscopia: é utilizada para avaliar as paredes do intestino quando existem sintomas ou presença de sangue oculto nas fezes;
Tomografia computadorizada: é usada quando não é possível fazer a colonoscopia, como no caso de alterações da coagulação ou dificuldade respiratória, por exemplo;

Antes de fazer estes exames, o médico pode ainda pedir algumas alterações na dieta e no estilo de vida para confirmar que os sintomas não estão sendo produzidos por situações menos graves como intolerâncias alimentares ou Síndrome do Intestino Irritável.

Café e bebidas com Cafeína podem causar Overdose

O café embora seja considerada por muitos a opção ideal para manter o cérebro acordado e combater o cansaço, quando consumido em excesso pode ser bem perigoso para a saúde e provocar até mesmo uma overdose de cafeína.

Esta overdose de cafeína acontece quando se ingere uma quantidade exagerada de produtos contendo cafeína, como café, bebidas energéticas, suplementos de ginásio ou alguns refrigerantes como a cola por exemplo, causando sintomas como dor de estômago, tremores ou insônia. A dose máxima de cafeína recomendada por dia é de 400 mg, o equivalente a beber quase 1 litro de café por dia. 


Sintomas de consumo excessivo de café

Alguns dos sinais que indicam que pode estar a consumir cafeina em excesso podem incluir: 

Irritabilidade;
Dor de estômago;
Tremores leves;
Insônia; 
Nervosismo e inquietação;
Ansiedade.

Quando estes sintomas estão presentes e quando não existem outras possíveis razões que justifiquem o seu surgimento, é sinal que estes podem estar sendo provocados pelo consumo excessivo de café, sendo recomendado interromper de imediato o seu consumo. 

Além disso, em alguns casos o seu consumo excessivo pode mesmo provocar um aumentos dos batimentos cardíacos do coração, o que pode ser bastante perigoso, especialmente para pessoas com problemas de coração. 

Quantidade diária recomendada de cafeína

O ideal é manter o consumo de café inferior a 400 mg de cafeína, o que é equivalente a consumir 900 ml de café por dia. 

Alguns estudos indicam que uma dose de 5 gramas de cafeina pode ser letal, o que é equivalente a consumir 22 litros de café ou 2 colheres e meia de chá de cafeína pura. 
Sintomas de overdose de cafeína

Nos casos mais graves, o excesso de café pode mesmo provocar overdose, podendo surgir os seguintes sintomas: 

  • Aumentos dos batimentos cardíacos; 
  • Delírio e alucinações;
  • Tontura; 
  • Diarreia; 
  • Convulsões;
  • Febre e sedo excessiva; 
  • Dificuldade para respirar; 
  • Dor no peito; 
  • Movimentos incontroláveis dos músculos. 
Quando alguns destes sintomas é recomendado ir no hospital ou pronto socorro, pois é necessária assistência médica. 

Nestes casos, pode ser necessário internamento médico e depende da gravidade dos sintomas, o tratamento pode incluir a realização de lavagem gástrica, a toma de carvão ativado e a administração de remédios que ajudem no controle dos sintomas. 

A cafeina embora possa parecer inofensiva, trata-se de estimulante do sistema nervoso central, que interfere na forma como o cérebro e e corpo trabalham. Além disso, é importante relembrar que esta substância não se encontra presente apenas no café, mas também em alguns alimentos, refrigerantes, chás, chocolate, suplementos alimentares ou remédios, por exemplo. 

Como identificar e eliminar o Bicho de Olho

O bicho de olho, Loiasis ou Loa Loa, como também pode ser conhecido, é um verme que se instala dentro do olho causando o surgimento de sintomas como irritação do olho, dor, coceira e vermelhidão no olho afetado. 

Geralmente, o 'bicho' se instala no olho quando se coça a região com as mãos sujas ou quando uma mosca infectada pousa perto dos olhos, transmitindo a larva para o olho. Uma vez no olho, o bicho pode demorar até 3 meses para crescer e causar sintomas, e o seu tamanho pode variar entre 2 a 20 centímetro, caso não seja tratado.

O bicho de olho tem cura mas, normalmente, não é necessário qualquer tipo de tratamento, pois o bicho de olho é eliminado do organismo cerca de 1 semana após o momento da infecção. No entanto, em alguns casos pode ser necessária a sua retirada através de uma pinça específica.


Como identificar o bicho de olho

Os principais sinais e sintomas do bicho de olho incluem:

Coceira ou dor no olho;
Vermelhidão do olho afetado;
Alteração na visão.

Em alguns casos, quando o bicho de olho está muito desenvolvido, também pode ser observado na conjuntiva do olho, como mostram as imagens.

Quando existe suspeita de estar infectado pelo bicho de olho, é recomendado consultar um oftalmologista para fazer o diagnóstico do problema e iniciar o tratamento adequado.
Como eliminar o bicho de olho

O tratamento para bicho de olho, normalmente, não é necessário, sendo que é comum que após cerca de 1 semana o verme seja eliminado pelo organismo.

No entanto, nos casos em que o bicho de olho não é eliminado, o oftalmologista pode recomendar a ingestão de remédios, como Dietilcarbamazina ou Albendazol, para matar o verme, podendo depois ser retirado com uma pequena cirurgia sob anestesia local.

No video a seguir você verá a presença do Bicho de olho agindo no olho humano: