Últimas

Outras Matérias

Mais Matérias informativas

Estafa

Entenda seus sintomas e veja como tratar esse problema
Também conhecida como fadiga, ela pode ter origem física ou emocional

Desânimo sem explicação aparente, dores no corpo, falta de motivação para continuar aquela atividade de que tanto gosta e uma vontade enorme de ir embora logo após chegar ao trabalho. Se você está com algum desses sintomas, fique de olho, pode ser estafa.

De origem emocional ou física, ela pode atingir crianças e adultos e compromete o desempenho na escola, no trabalho e na relação com as demais pessoas no dia a dia, tornando todas as atividades antes prazerosas, em obrigações desgastantes e chatas. Por alterar todo o funcionamento do organismo, pode desencadear outras doenças como hipertensão, fobias e ansiedade, problemas cardíacos e gastrite. "Se você ficar acumulando tensões e cansaço, vai virar uma panela de pressão e uma hora ela explode e faz um estrago maior", alerta o fisiologista da Unifesp, Claudio Pavanelli.

"A estafa pode ser física (periférica) ou mental (central) e está muito ligada a rotina que o paciente leva, por isso, antes de prescrever qualquer medicamento, pergunto se ele tem dado conta de todos os afazeres que estão sob sua responsabilidade ou se ele está passando por algum problema afetivo, só assim é possível tratar o problema", explica Claudio.

Ai que cansaço!
Estafa mental tira o ânimo em trabalhar

Treino, caminhada, corre-corre com as crianças e muito cansaço. Mais popularmente conhecida como fadiga, a estafa periférica se caracteriza por dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar o tempo de recuperação) e pela má alimentação. "Não há quem suporte esse ritmo frenético, é fadiga na certa", explica o fisiologista. "Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. Geralmente estas duas ações resolvem o problema", continua. "Se não for tratada, pode desencadear outras doenças como: anemia, prisão de ventre, diarreia e até queda de cabelo", diz Claudio.

Mente e corpo em equilíbrio

A forma mais comum da estafa é a fadiga mental. Caracterizada pela alteração do sistema nervoso central, ocorre em função do excesso de responsabilidades e tensões acumuladas que provocam um desgaste metabólico e mental muito grande. "O cansaço mental é tamanho que o paciente chega a sentir dor física. As pressões psicológicas se refletem no corpo", explica o fisiologista. "Neste caso, a melhor indicação é o relaxamento. É preciso rever a maneira como lidamos com os nossos problemas e frustrações. Às vezes, uma mudança simples de postura pode te livrar de um dano maior a saúde", continua.

"A estafa mental é muito mais grave do que a física porque tende a causar danos psicológicos e físicos. Caso não seja tratada adequadamente pode provocar doenças como: falha de memória, insônia, irritabilidade, desânimo, tristeza profunda e angústia", explica Claudio.

"O cansaço mental é tamanho que o paciente chega a sentir dor física". 

Muita gente confunde, mas estafa e estresse são problemas diferentes. Algumas diferenças ajudam a diferenciar os dois quadros. A fadiga ou estafa é um sintoma do estresse, mas não a a sua causa. No estresse, a intensidade da fadiga é maior e a maneira como nosso organismo reage a estes sintomas é bem diferente. Enquanto a estafa pode ser tratada com mudanças de hábitos ou tratamento médico, o mesmo não ocorre com o estresse, uma espécie de estágio crônico das duas formas de fadiga. "O grau de irritabilidade e da dor sentida no estresse é maior, além disso, o estresse é muito mais mental do que físico, por isso, não adianta usar os mesmos procedimentos. É uma questão de intensidade e durabilidade da fadiga", explica Claudio.

Estafa mental (central)

Já a estafa física causa dores no corpo
Entre os sintomas da estafa mental, nós podemos enumerar:

Falha de memória
Insônia
Irritabilidade e choro com facilidade
Desânimo
Tristeza e angústia
Azia, má-digestão
Palpitação
Diminuição do desejo sexual.

Tratamento
Relaxar é o lema para curar a estafa. "Muitas vezes o tempo que se 'perde' indo ao cinema ou em um parque, por exemplo, é um ganho de saúde e bem-estar. É melhor parar agora do que perder o controle depois", alerta o fisiologista.
Saiba aproveitar os momentos de lazer
Converse sobre os problemas com os amigos ou com um profissional
Cultive o bom humor
Aprenda a relaxar
Não faça várias tarefas ao mesmo tempo
Procure resolver um problema de cada vez
Organize suas prioridades
Não leve preocupações do trabalho para casa.

Estafa física (periférica)

Entre as manifestações da estafa física, se encontram os seguintes sintomas:

- Dores por todo o corpo; Apatia, falta de ânimo; Baixa resistência imunológica; Distensão muscular.

Tratamento
O processo de cura envolve muito mais atividades relacionadas ao corpo. Confira as opções:
Pratique atividade física com moderação
Respeite o ritmo de seu corpo
Procure ter uma alimentação balanceada e saudável.

Doenças desencadeadas pela estafa
Hipertensão arterial (pressão alta)
Doenças emocionais (ansiedade, pânico, fobias)
Doenças gastrointestinais (colite, gastrite e úlcera)
Doenças do coração (arritmia, angina e infarto).

O Olho humano



O olho humano é o órgão responsável pela visão no ser humano. Tem diâmetro antero-posterior de aproximadamente 24,15 milímetros, diâmetros horizontal e vertical ao nível do equador de aproximadamente 23,48 milímetros, circunferência ao equador de 75 milímetros, pesa 7,5 gramas e tem volume de 6,5 cm³. O olho humano pode distinguir cerca de 10 milhões de cores e é capaz de detectar um único de fóton. a visão e um dos cinco sentidos do ser humano



Anatomia

Figura mostrando o olho humano em sua órbita.

O globo ocular recebe este nome por ter a forma de um globo, que por sua vez fica acondicionado dentro de uma cavidade óssea e protegido pelas pálpebras. Possui em seu exterior seis músculos que são responsáveis pelos movimentos oculares, e também três camadas concêntricas aderidas entre si com a função de visão, nutrição e proteção. A camada externa é constituída pela córnea e a esclera e serve para proteção. A camada média ou vascular é formada pela íris, a coroide, o cório ou uvea, e o corpo ciliar. A camada interna é constituída pela retina que é a parte nervosa.

Existe ainda o humor aquoso que é um líquido incolor e que existe entre a córnea e o cristalino. O humor vítreo é uma substância gelatinosa que preenche todo o espaço interno do globo ocular entre o cristalino e a retina. Tudo isso funciona para manter a forma esférica do olho.


Figura mostrando os músculos da órbita, que movimentam o olho.

O cristalino é uma espécie de lente que fica dentro de nossos olhos. Está situado atrás da pupila e orienta a passagem da luz até a retina. A retina é composta de células nervosas que levam a imagem através do nervo óptico para que o cérebro as interprete.

Não importa se o cristalino fica mais delgado ou espesso, estas mudanças ocorrem de modo a desviar a passagem dos raios luminosos na direção da mancha amarela. À medida que os objetos ficam mais próximos o cristalino fica mais espesso, e para objetos a distância fica mais delgado a isso chamamos de acomodação visual.

O olho ainda representa, as pálpebras, as sobrancelhas, as glândulas lacrimais, os cílios e os músculos oculares. A função dos cílios ou pestanas é impedir a entrada de poeira e o excesso da luz. As sobrancelhas também têm a função de não permitir que o suor da testa entre em contato com os olhos.



Membrana conjuntiva é uma membrana que reveste internamente duas dobras da pele que são as pálpebras. São responsáveis pela proteção dos olhos e para espalhar o líquido que conhecemos como lágrima.

O líquido que conhecemos como lágrimas são produzidos nas glândulas lacrimais, sua função é espalhar esse líquido através dos movimentos das pálpebras lavando e lubrificando o olho.

O ponto cego é o lugar de onde o nervo óptico sai do olho. É assim chamada porque não existem, no local, receptores sensoriais, não havendo, portanto, resposta à estimulação. O ponto cego foi descoberto pelo físico francês Edme Mariotte (1620 - 1684).
 
Histologia
O bulbo do olho humano pode ser dividido em três túnicas: externa, média e interna. 

Túnica externa


Os músculos do olho humano.



Dilatação.


Modelo didático do olho humano. 

Esclera: tecido conjuntivo denso, pouco vascularizado, opaco, branco.
Córnea: transparente, muito inervada, nutrida pelo humor aquoso, e é subdivida em 5 camadas;3 camadas celulares e duas membranas que separam essas camadas:
epitélio anterior estratificado pavimentoso não queratinizado (5 a 6 camadas celulares)

membrana de Bowmann: membrana vermelha acelular, constituídas por fibras colágenas do tipo I. Da sustentação ao epitélio anterior.
estroma: formado por mais ou menos 200 camadas de fibras colágenas.
membrana de Descemente: membrana basal do epitélio posterior, camada acelular homogênea que separa a substancia própria do endotélio.
epitélio posterior simples pavimentoso.
Túnica média
Coroide: maior porção da túnica média, feita de tecido conjuntivo, bem vascularizado e rica em melanócitos (que produzem melanina).
Corpo ciliar: é um espessamento da coroide.



Túnica interna
Retina: membrana mais interna do olho, onde se encontra o nervo óptico, responsável por enviar os estímulos luminosos ao cérebro.
Cristalino (não está em nenhuma camada): transparente, avascular, formado por duas superfícies convexas. Tem a função de concentrar os raios luminosos e direcioná-los à retina. É a estrutura responsável por ajustar o foco da visão.
Formação de imagens no olho humano

No olho, a luz atravessa a córnea, o humor aquoso , o cristalino e o humor vítreo e se dirige para a retina, que funciona como o filme fotográfico em posição invertida; a imagem formada na retina também é invertida.

O nervo óptico transmite o impulso nervoso provocado pelos raios luminosos ao cérebro, que o interpreta e nos permite ver os objetos nas posições em que realmente se encontram.

Nosso cérebro reúne em uma só imagem os impulsos nervosos provenientes dos dois olhos.

A capacidade do aparelho visual humano para perceber os relevos deve-se ao fato de serem diferentes as imagens que cada olho envia ao cérebro. Com somente um dos olhos, temos noção de apenas duas dimensões dos objetos: largura e altura. Com os dois olhos, passamos a ter noção da terceira dimensão, a profundidade.


Cor dos Olhos

A cor dos olhos é uma característica poligênica e é determinada pelo tipo e quantidade de pigmentos na íris do olho. Os humanos e os animais têm muitas variações fenotípicas na cor dos olhos. Nos olhos humanos, essas variações de cores são atribuída a diversos rácios de melanina produzido por melanócitos na íris. O colorido brilhante dos olhos de muitas espécies de aves estão em grande parte determinados por outros pigmentos, como pteridinas, purinas, e carotenóides.


Cores dos olhos humanos.



Heterocromia sectorial.


Heterocromia.
Anatomia
Esclerótica


A esclerótica, juntamente com a córnea, constitui a membrana mais externa do olho, a membrana fibrosa ou externa. A esclerótica constitui os 5/6 posteriores desta membrana e tem uma superfície externa, lisa e branca, que possui as inserções tendinosas dos músculos motores do olho, e apresenta vários orifícios, nomeadamente, posteriores, da zona equatorial e anteriores. Quanto aos orifícios posteriores, encontramos na parte mais interna do olho, o orifício do nervo ótico (que possui, anteriormente, a lâmina crivada, através da qual passam os feixes do nervo ótico e da artéria central da retina) e orifícios em redor da lâmina crivada, que rodeiam o orifício do nervo ótico e que são para as veias e artérias ciliares curtas e longas posteriores e para os nervos ciliares. Na zona equatorial da membrana existem 4 orifícios à mesma distância uns dos outros e que são atravessados pelas veias vorticosas. Em relação aos orifícios anteriores, são mais pequenos e situam-se em torno da córnea, dando passagem aos vasos ciliares anteriores. A esclerótica está unida à Coroideia (da membrana músculo-vascular) através de uma lâmina de tecido celular laxo rica em pigmentos, a Lâmina Fusca, o que confere à superfície interna da esclerótica uma cor acastanhada. A esclerótica continua-se, anteriormente, com a córnea, designando-se esta região de Limbo Esclero-Corneano (é uma zona talhada em bisel atrás da qual se encontra o Canal de Schlemmm ou Seio Venoso da Esclerótica, que recolhe o humor aquoso da câmara anterior e o envia para a corrente sanguínea através das veias ciliar anterior).
 
Coroideia
A coroideia faz parte da membrana músculo-vascular, tal como o corpo ciliar e a íris. A coroideia representa os 2/3 posteriores da referida membrana e situa-se entre a esclerótica e a retina, sendo essencialmente constituída por vasos. Apresenta duas superfícies, uma externa (castanha e que está aplicada na face interna da esclerótica através da lâmina fusca, de vasos e nervos) e interna (lisa e negra e que está relacionada com a retina, sem aderir a ela). A coroideia é perfurada pelo orifício do nervo ótico, que faz a continuação do orifício posterior da esclerótica. Alguns feixes de tecido conjuntivo das camadas mais superficiais da coroideia penetram nas fibras do nervo ótico e constituem o plano mais anterior da lâmina crivada. O limite anterior da coroideia é uma linha circular e sinuosa, a Ora Serrata, onde a coroideia se continua com o Corpo Ciliar.

Retina
A última membrana da parede do olho a abordar é a retina, a mais interna das três e a qual recobre toda a face interna da membrana músculo-vascular. Esta divide-se em duas partes, anterior e posterior, pois ao nível da ora serrata apresenta uma mudança brusca de espessura. A parte anterior, ou retina ciliar, recobre a face posterior da íris, e faces ântero e póstero-internas do corpo ciliar. A parte posterior, ou retina propriamente dita, é uma membrana sensorial, fina, transparente e rosada e tem uma face externa, aplicada mas não aderente à coroideia, e uma face interna, também relacionada mas não aderente ao corpo vítreo. Na face interna da retina distinguem-se duas zonas: a papila (ligeiramente à frente do orifício do nervo óptico), que constitui o ponto de convergência das fibras óticas da retina que se unem para formar o nervo óptico, constituindo o ponto em que o nervo e artéria central da retina penetram na retina; e a fóvea central ou mácula, que é uma depressão localizada no polo posterior do olho.

Corpo Vítreo
Preenche todo o espaço da cavidade ocular atrás do cristalino (câmara vítrea). Na sua porção anterior tem uma depressão, a fossa pattelaris, devido à convexidade da face posterior do cristalino. Em volta do cristalino relaciona-se com o corpo ciliar e, posteriormente, adere debilmente à superfície interna da retina. O corpo vítreo é constituído por uma membrana, a membrana hialoideia, e por uma massa gelatinosa, o humor vítreo.

Humor VítreoO humor vítreo é atravessado por um canal, o canal hialoideu, de Stilling ou de Cloquet, que vai do polo posterior do cristalino até à papila, dando passagem à artéria hialoideia, ramo da artéria central da retina, que nutre a rede vascular pericristalina durante o desenvolvimento fetal do cristalino e que, posteriormente, atrofia.

Membrana HialoideiaA membrana hialoideia envolve o humor vítreo e forma-se devido à condensação das suas primeiras camadas (mais periféricas).
Vascularização e inervação da membrana fibrosa

Córnea:
Artérias, Veias e Linfáticos: é avascular, sendo nutrida pelo humor aquoso da câmara anterior do olho.
Nervos: nervos ciliares (provenientes do nervo nasal).

Esclerótica:
Artérias: artérias ciliares curtas posteriores e artérias ciliares anteriores.
Veias: anteriormente, veias ciliares anteriores, e, posteriormente, veias coroideias, que acabam por confluir para as veias vorticosas.
Linfáticos: não tem.
Nervos: nervos ciliares (provenientes do nervo nasal).
Vascularização e inervação do músculo-vascular

Artérias: Duas artérias ciliares longas (ramos da oftálmica). Estas atravessam a esclerótica, uma interna e outra externa ao nervo ótico, e dirigem-se para a frente, entre a esclerótica e a coroideia, até ao bordo periférico da íris. Aí, cada uma delas vai originar um ramo ascendente e um ramo descendente, que se anastomosam com o do lado oposto e formam o grande círculo arterial da íris. Por sua vez, o grande círculo emite ramos irídios para a pupila (onde formam o pequeno círculo arterial da íris), ramos ciliares para o corpo ciliar e ramos coroideus recorrentes (que se anastomosam com vasos coroideus ao nível da ora serrata). Artérias ciliares anteriores (ramos das artérias musculares da artéria oftálmica), que atravessam a esclerótica próximo da íris e lançam-se no grande círculo arterial da íris.

Veias: À exceção de algumas vénulas dos músculos ciliares que drenam para as veias ciliares anteriores, todas as outras drenam para as veias coroideias, que vão originar quatro troncos venosos (dois superiores e dois inferiores), que constituem as veias vorticosas e que, por fim, atravessam a esclerótica e lançam-se nas veias oftálmicas. Linfáticos: Não existem, a linfa circula nas lacunas pericelulares e perivasculares. Nervos: A inervação provém do gânglio oftálmico e dos nervos ciliares (do nervo nasal).

Vascularização e inervação da retina
Artérias: Artéria central da retina (ramo da artéria oftálmica), que entra no globo ocular seguindo o eixo do nervo ótico, passa na papila e dá dois ramos, um ascendente e um descendente, que se ramificam chegando até à ora serrata. Veias: São satélites das artérias, reunindo-se para formar a veia central da retina.

Anexos do globo ocular
A visão é constituída pelo globo ocular e seus anexos (músculos extrínsecos do olho, aponevrose de Tenon, pálpebras, conjuntiva, aparelho lacrimal). A cavidade orbitária tem sete músculos destinados a mover o globo ocular e a pálpebra superior: elevador da pálpebra superior, reto superior, reto inferior, reto interno, reto externo, grande oblíquo e pequeno oblíquo.

Elevador da pálpebra superior
Este músculo encontra-se abaixo da abobada orbitária e acima do músculo reto superior. Estende-se desde o vértice da cavidade orbitária até à pálpebra superior. Insere-se posteriormente no periósteo orbitário, acima do canal ótico, e anteriormente em toda a largura da pálpebra superior e sobre o rebordo orbitário. Na pálpebra existem: inserções cutâneas (através de fibras que se fixam na pele da pálpebra superior) e inserções tarsais (que se fixam na metade inferior da face anterior do tarso palpebral). No rebordo orbitário forma dois feixes: feixe orbitário interno, que se insere na porção superior da crista lácrimo-ungueal do únguis e o feixe orbitário externo, que se insere na parte externa da órbita, junto à sutura fronto-malar. Os feixes orbitários são reforçados por feixes aponevróticos que constituem o arco tendinoso do elevador da pálpebra superior e limitam a ação do músculo. A sua ação é movimentar a pálpebra superior para cima e para trás. 


Inervação: III par – Motor Ocular Comum
Músculos retos
Todos estes músculos têm a inserção posterior em comum e estendem-se desde o vértice da cavidade orbitária até ao hemisfério anterior do globo ocular. Inserem-se posteriormente, na porção interna da fenda esfenoidal e no tubérculo infraóptico, pelo tendão de Zinn. Este tendão forma quatro fitas, que constituem as quatro inserções tendinosas: súpero-interna; súpero-externa; ínfero-interna; ínfero-externa. Cada fita está entre os dois músculos que lhe dão o nome e cada músculo nasce da união das duas fitas que o separam dos músculos vizinhos. A fita súpero-interna tem um orifício para a passagem do nervo ótico e da artéria oftálmica – anel do nervo óptico. A fita súpero-externa tem um orifício por onde passam o nervo nasal, nervo motoro ocular comum, nervo motor ocular externo e raiz simpática do gânglio oftálmico. Daqui, os músculos dirigem-se para a frente, seguindo a parede orbitária correspondente, sendo que as inserções anteriores dos músculos são feitas na esclerótica. A distância de inserção do músculo à córnea vai aumentando do reto interno para o reto superior, sendo, respetivamente, 5, 6, 7 e 8 mm. Os músculos retos são inervados pelo III par craniano (motor ocular comum), exceto o reto externo que é enervado pelo VI par (motor ocular externo). E a sua ação é mover o globo ocular para dentro (reto interno), para fora (reto externo), para cima e para dentro (reto superior) e para baixo e para dentro (reto inferior).

Músculo Grande Oblíquo
Estende-se deste o vértice da cavidade orbitária até à porção póstero-externa do globo ocular. Insere-se posteriormente acima do orifício ótico, mas internamente em relação à inserção do elevador da pálpebra superior. Daqui dirige-se para frente, ao longo do ângulo súpero-interno da cavidade orbitária e acima do recto interno. Junto ao rebordo orbitário continua-se por um tendão que passa na Roldana de Reflexão do Grande Oblíquo, que é um anel fibro-cartilagíneo na fosseta troclear. Ao sair do anel, dirige-se para fora, para baixo e para trás, passa por baixo do reto superior, para se inserir na porção súpero-externa do hemisfério posterior do globo ocular A sua ação é mover o globo ocular para baixo e para fora. É inervado pelo IV par craniano (patético ou troclear)

Pequeno Oblíquo

É o único que não tem origem no vértice da cavidade orbitária, e encontra-se enrolado sobre a porção ínfero-externa do globo ocular. Insere-se inferiormente no pavimento orbitário, externamente ao orifício superior do canal nasal. Depois dirige-se para trás e para fora (passando por baixo do reto inferior), para se inserir na porção ínfero-externa do hemisfério posterior do globo ocular, ao nível da esclerótica, sendo que esta inserção está coberta pelo reto externo. É inervado pelo III par craniano (motor ocular comum).

O globo ocular não se desloca verdadeiramente dentro da cavidade orbitária, uma vez que se encontra “amarrado” pelas asas da Cápsula de Tenon. Ele gira sobre si próprio, no Espaço de Tenon, em torno de três eixos que se cruzam no centro do globo: Eixo vertical, eixo transversal e eixo ântero-posterior. Por sua vez, estes eixos delimitam 3 planos: plano horizontal (inclui os eixos transversal e ântero-posterior), plano vertical (inclui os eixos vertical e transversal) e plano ântero-posterior (inclui os eixos vertical e ântero-posterior). Os movimentos oculares são classificados consoante o deslocamento da pupila e podem ser: elevação/abaixamento (pupila para cima/baixo, respetivamente), abdução/adução (pupila para fora/dentro, respetivamente) e rotação interna/externa (bordo superior da pupila para baixo e para cima/baixo e para fora, respetivamente). A ação de cada um dos músculos é determinada pela sua linha de ação (linha que une a sua inserção fixa à sua inserção na esclerótica) em relação a estes 3 eixos de rotação. Os músculos reto interno e reto externo situam-se no plano horizontal, sendo, por isso, só cruzados pelo eixo vertical, logo só podem realizar uma ação, que corresponde à rotação do olho em torno do seu eixo vertical e a sua associação permite olhar horizontalmente no espaço. Os restantes músculos têm uma ação mais complexa, devido ao facto da sua linha de ação cruzar os 3 eixos (vai permitir que os movimentos ocorram em torno de todos os eixos).


Músculos Acções
Recto Superior Elevação; Adução; Rotação Interna
Recto Inferior Abaixamento; Adução; Rotação Externa
Recto Interno Adução
Recto Externo Abdução
Grande Oblíquo Abaixamento; Abdução; Rotação Interna
Pequeno Oblíquo Elevação; Abdução; Rotação Externa

Sistema aponevrótico
É constituído por três porções: Cápsula de Tenon, bainhas musculares e expansões aponevróticas. 
Cápsula de Tenon - recobre toda a porção esclerotical do globo ocular (é branca, resistente). Apresenta duas faces e dois orifícios: 

Face externa/orbitária – convexa e relaciona-se, posteriormente, com tecido adiposo da cavidade orbitária e anteriormente com conjuntiva esclerotical. Face interna/axial/esclerotical – côncava e lisa e está separada da esclerótica pelo Espaço de Tenon. Orifício Posterior – a cápsula une-se ao rebordo do orifício do nervo ótico (ligando-se à esclerótica e à própria bainha do nervo). Também se une à esclerótica, em redor dos orifícios onde penetram os vasos ciliares posteriores e os nervos ciliares. Orifício Anterior – ao nível da córnea, onde termina a cápsula. 
Bainhas Musculares - Cada um dos 7 músculos está envolvido por uma bainha aponevrótica que se funde com a cápsula de Tenon na vizinhança da inserção do músculo na esclerótica, daí que a cápsula de Tenon se possa considerar como um prolongamento das bainhas musculares. Apesar de serem aderentes aos músculos, até à proximidade da cápsula, depois separam-se destes por uma fina camada de tecido laxo, que tem continuidade com o do espaço epiescleral. 

As bainhas musculares e os músculos retos, constituem, em conjunto, um cone musculofascial, cuja base anterior corresponde à cápsula de Tenon. 
Expansões aponevróticas - Prolongamentos que unem a cápsula de Tenon e às bainhas musculares à conjuntiva, pálpebras e rebordo orbitário, podendo-se classificar em: 

Expansões conjuntivais – Vão das bainhas musculares dos músculos rectos ao fundo-de-saco da conjuntiva e à conjuntiva palpebral. Expansão palpebral do reto inferior – Membrana que se liga à face inferior da bainha muscular do reto inferior, terminando no bordo inferior do tarso palpebral. Responsável pelo abaixamento da pálpebra inferior quando o reto inferior movimenta o olho para baixo. Expansões orbitárias – São cinco e ligam o rebordo orbitário aos músculos retos e pequeno oblíquo. As expansões orbitárias do reto externo e do reto interno são mais desenvolvidas designando-se, respetivamente, de asa externa (da face externa da bainha do reto externo até ao rebordo da parede externa da órbita) e asa interna (da face interna da bainha do reto interno e termina na crista lacrimal ungueal). E.O. reto superior – face superior da bainha do reto superior e divide-se em três porções: média (face inferior da bainha do elevador da pálpebra superior, sendo que a sua função consiste em levantar a pálpebra superior quando o reto superior se contrai para girar o globo ocular); Lateral interna; Lateral externa E.O. reto inferior – Tem origem na face inferior da bainha do reto inferior. Apresenta três porções: média (termina na bainha do pequeno oblíquo); Lateral interna (une-se ao bordo inferior da asa interna); Lateral externa (une-se ao bordo inferior da asa externa) E.O. pequeno oblíquo – bordo anterior da bainha do pequeno oblíquo até à parede orbitária FUNÇÃO DAS EXPANSÕES: Limitar o movimento dos músculos que fixam ao rebordo orbitário e impedir a compressão do globo ocular pelo músculo que se contrai.

Intestino

O que é, funções, intestino delgado, grosso, jejuno íleo, digestão


 
Introdução
O intestino faz parte do sistema digestório e é através dele que ocorrem as absorções dos nutrientes e da água.

Conhecendo o intestino
Ele está divido em duas partes: delgado e grosso. No primeiro é onde ocorre a absorção da grande maioria dos nutrientes. No segundo, ocorre a absorção da maior parte da água utilizada durante o processo de digestão.

A absorção da água pelo intestino grosso é a responsável pela consistência firme das fezes. A falta desta consistência é conhecida como diarréia, e, esta, pode ocorrer por fatores como viroses, desarranjos na digestão, etc.

Nestes casos, é importante que o indivíduo se mantenha bem hidratado, ingerindo bastante água e procure orientação médica.

O intestino delgado apresenta as seguintes camadas: mucosa, submucosa, muscular e serosa. A primeira camada (mucosa) apresenta musculatura do tipo lisa e nela ocorre a secreção de enzimas e sucos.

Esta camada muscular lisa da mucosa é dividida em duodeno, jejuno e íleo. O duodeno é sua primeira porção, ela vai do piloro ao jejuno. É nesta região que é trabalhado o bolo alimentar pela ação do suco entérico.

No jejuno e no íleo que ocorre a absorção dos nutrientes, que passam para a corrente sanguínea e fígado para serem distribuídos para todo o organismo.

Dica:
Uma alimentação rica em fibras faz o intestino funcionar bem.

Você sabia?
A Gastroenterologia é a especialidade médica que estuda e trata dos problemas relacionados ao sistema digestório, entre eles o intestino.

Materia Original de: Toda biologia

10 razões perturbadoras pelas quais o açúcar faz mal

O açúcar adicionado é o pior ingrediente da dieta moderna. Ele pode ter efeitos prejudiciais sobre o metabolismo e contribuir para todos os tipos de doenças. Aqui estão 10 razões perturbadoras pelas quais deve-se evitar o açúcar adicionado como a peste.

1. Açúcar adicionado não contém nutrientes essenciais e é ruim para os dentes
Você provavelmente já ouviu isso milhões de vezes antes… mas vale a pena repetir. Açúcares adicionados (como a sacarose e xarope de milho rico em frutose) contêm muitas calorias sem nutrientes essenciais. Por essa razão, eles são chamados de calorias “vazias”. Não há proteínas, ácidos graxos essenciais, vitaminas ou minerais no açúcar… só energia pura.

Quando as pessoas comem até 10-20% (ou mais) de calorias sob a forma de açúcar, isso pode se tornar um grande problema e contribuir para deficiências nutricionais.

Açúcar também é muito ruim para os dentes, porque fornece energia facilmente digerível para bactérias nocivas na boca (1).

Ponto Principal
Açúcar contém muitas calorias e nenhum nutriente essencial. Também causa cáries, alimentando as bactérias nocivas na boca.

2. Açúcar adicionado tem alto teor de frutose, que pode sobrecarregar o fígado
Para entender o que há de errado com o açúcar, é preciso entender de que ele é feito.

Antes que o açúcar entre na corrente sanguínea a partir do aparelho digestivo, ele é quebrado em dois açúcares simples, glicose e frutose. A glicose ocorre em cada célula viva do planeta. Se não for obtida através da dieta, o corpo a produz.

Frutose é diferente. O corpo não a produz em quantidade significativa e não há nenhuma necessidade fisiológica para isso. O problema com a frutose é que ela só pode ser metabolizada pelo fígado em quantidades significativas. Isso não será um problema se comermos em pouca quantidade (frutas) ou se tivermos recém terminado uma sessão de exercícios. Nesse caso, a frutose será transformada em glicogênio e armazenada no fígado até precisarmos dele (3).

No entanto, se o fígado está cheio de glicogênio (que é o mais comum), ingerir muita frutose sobrecarrega o fígado, forçando-o a transformar frutose em gordura (4).

Quando se come repetidamente grandes quantidades de açúcar, esse processo pode levar a esteatose hepática e todos os tipos de problemas graves (5). Tenha em mente que tudo isso não se aplica a frutas. É quase impossível comer demais frutose através de frutas. Há também uma grande variabilidade individual aqui. Pessoas saudáveis e ativas podem tolerar mais açúcar do que pessoas sedentárias seguindo uma dieta ocidental de alto carboidrato e alto teor calórico.

Ponto Principal
Para pessoas sedentárias que seguem uma dieta ocidental, grandes quantidades de frutose de adição de açúcares são transformadas em gordura no fígado.

3. Sobrecarregar o fígado com frutose pode causar esteatose hepática não alcoólica
Quando a frutose é transformada em gordura no fígado, ela é enviada para a circulação como partículas de colesterol VLDL. No entanto, nem toda a gordura sai, uma parte pode se alojar no fígado. Isso pode levar à esteatose hepática não alcoólica, um problema crescente em países ocidentais que está fortemente associado a doenças metabólicas (6). Estudos mostram que indivíduos com esteatose hepática consomem 2 a 3 vezes mais frutose do que a pessoa média (7, 8).

Ponto Principal
Frutose em excesso é transformada em gordura, que pode alojar-se no fígado e causar esteatose hepática não alcoólica.

4. O açúcar pode causar resistência insulínica, que é um trampolim para a síndrome metabólica e Diabetes
A insulina é um hormônio muito importante no corpo. Ela permite que a glicose (açúcar no sangue) entre nas células a partir da corrente sanguínea e instrui as células para começar a queimar a glicose em vez de gordura. Ter muita glicose no sangue é altamente tóxico e é uma das razões para complicações do diabetes, como a cegueira.

Uma característica da disfunção metabólica que é causada pela dieta ocidental, é que insulina para de funcionar como deveria. As células tornam-se “resistentes” a ela. Isso também é conhecido como resistência à insulina, a qual acredita-se ser a principal causa de muitas doenças, incluindo síndrome metabólica, obesidade, doenças cardiovasculares e especialmente diabetes tipo II (9).

Muitos estudos mostram que o consumo de açúcar está associado à resistência insulínica, especialmente quando consumido em grandes quantidades (10, 11).

Ponto Principal
Comer muito açúcar pode causar resistência ao hormônio insulina, contribuindo para muitas doenças.

5. A resistência insulínica pode progredir para Diabetes tipo II
Quando nossas células se tornam resistentes aos efeitos da insulina, as células beta no pâncreas passam a produzi-la em maior quantidade. Isso é crucial, porque glicemia cronicamente elevada pode causar danos graves.

Eventualmente, com a piora da resistência insulínica, o pâncreas não consegue acompanhar a demanda de produzir insulina suficiente para manter a glicemia baixa. A essa altura, a glicemia dispara e tem-se um diagnóstico de diabetes tipo II.

Dado que o açúcar pode causar resistência insulínica, não é surpresa ver que as pessoas que bebem bebidas adoçadas com açúcar têm um risco 83% maior de desenvolver diabetes tipo II (12, 13).

Ponto Principal
Os efeitos nocivos do açúcar na função insulínica são a causa principal de diabetes tipo II.

6. O açúcar pode causar câncer
Câncer é uma das principais causas mundiais de mortalidade e é caracterizado pelo crescimento e multiplicação descontrolada das células. A insulina é um dos principais hormônios na regulação deste tipo de crescimento. Por essa razão, muitos cientistas acreditam que ter níveis de insulina constantemente elevados (consequência do consumo de açúcar) pode contribuir para o câncer (14).

Além disso, os problemas metabólicos associados com o consumo de açúcar são causas sabidas de inflamação, outra potencial causa de câncer (15).

Vários estudos mostram que pessoas que comem muito açúcar correm um risco muito maior de desenvolver câncer (16, 17, 18).

Ponto Principal
Há evidência considerável de que o açúcar, devido a seus efeitos nocivos sobre o metabolismo, pode contribuir para o câncer.

7. Devido à sua ação sobre os hormônios e o cérebro, o açúcar tem efeitos únicos promoção do ganho de peso
Nem todas as calorias são iguais. Alimentos diferentes podem ter efeitos diferentes no nosso cérebro e nos hormônios que controlam a ingestão de alimentos (19).

Estudos mostram que a frutose não tem o mesmo efeito na saciedade como a glicose.

Em um estudo, pessoas ingeriram uma bebida adoçada ou com frutose ou com glicose. Depois, os que consumiram frutose tiveram muito menos atividade nos centros de saciedade do cérebro e sentiram mais fome (20).

Há também um estudo onde a frutose não diminuiu o hormônio da fome grelina tanto quanto a glicose (21).

Ao longo do tempo, visto que as calorias do açúcar não são tão saciantes, isso pode se traduzir em uma ingestão calórica aumentada.

Ponto Principal
Frutose não causa saciedade no cérebro nem diminui o hormônio da fome grelina tanto quanto a glicose.

8. O açúcar é altamente viciante porque provoca liberação maciça de dopamina no cérebro
Açúcar pode ser viciante para muita gente. Como uma droga, o açúcar provoca uma liberação de dopamina no centro de recompensa do cérebro (22).

O problema com o açúcar e muitas junk foods é que eles podem causar a liberação maciça de dopamina… muito mais do que estaríamos expostos a partir de alimentos encontrados na natureza (23).

Por essa razão, as pessoas que têm uma susceptibilidade ao vício podem se tornar fortemente viciadas em açúcar e outras comidas (24).

A mensagem “tudo com moderação” pode ser uma má ideia para as pessoas que são viciadas em junk food… porque a única coisa que funciona para o verdadeiro vício é a abstinência.

Ponto Principal
Visto que o açúcar causa uma grande liberação de dopamina no cérebro, pode causar dependência em muitas pessoas.

9. O açúcar é o principal contribuinte para a obesidade em crianças e adultos
A maneira com que o açúcar afeta os hormônios e o cérebro é uma receita para o desastre em termos de ganho de peso.

Ele leva à diminuição da saciedade… e pode viciar as pessoas fazendo com que percam o controle sobre seu consumo.

Não é de surpreender que as pessoas que mais consomem açúcar são de longe as mais prováveis de ter problemas com sobrepeso ou obesidade. Isso se aplica a todas as faixas etárias.

Muitos estudos têm examinado a ligação entre o consumo de açúcar e obesidade e encontraram uma forte associação estatística (25). A conexão é especialmente forte em crianças, onde cada porção diária de bebidas adoçadas com açúcar está associada com um aumento colossal em 60% no risco para obesidade (26).

Uma das coisas mais importantes que você pode fazer se você precisa perder peso é reduzir significativamente o consumo de açúcar.

Ponto Principal
Por causa dos efeitos do açúcar sobre os hormônios e o cérebro, o açúcar aumenta drasticamente o risco de sobrepeso e obesidade.

10. Não é a gordura… é o açúcar que aumenta o colesterol e causa doença cardíaca
Por muitas décadas, as pessoas culparam a gordura saturada pela doença cardíaca, que é a causa mundial de mortalidade número 1.

No entanto, novos estudos estão mostrando que a gordura saturada é inofensiva (27, 28). Evidências crescentes mostram que é o açúcar, e não a gordura, que pode ser um dos principais causadores de cardiopatia através dos efeitos nocivos da frutose no metabolismo (29).

Estudos mostram que grandes quantidades de frutose podem elevar os triglicerídeos, partículas pequenas e densas de LDL e LDL oxidado (muito, muito ruim), elevar os níveis de glicose e insulina do sangue e aumentar a obesidade abdominal… em menos de 10 semanas (30). Esses são todos grandes fatores de risco para doença cardíaca.

Não surpreendentemente, muitos estudos observacionais encontraram uma forte associação estatística entre o consumo de açúcar e o risco de doença cardíaca (31, 32, 33).

Entenda como o açucar é produzido

1. O primeiro passo é escolher a cana ou a beterraba.
2. Depois, é extraído o suco.

3. O líquido é filtrado,clareado, fervido e cristalizado a vácuo, para se transformar em melado.

4. O melado é então centrifugado várias vezes, até que os cristais do açúcar se separem.

5. Em seguida, para que fiquem brancos, os cristais são tratados com diversos ácidos perigosos: cal de parede, carbono ativado, enxofre, soda caústica entre outros.

Durante esse processo desaparecem todas as vitaminas,minerais. proteínas e enzimas, ficando apenas os carboidratos, que nessa condição nada mais são do que calorias vazias, ou seja, o açúcar fica sem os outros elementos que vão contribuir para a absorção adequada das calorias pelo organismo. Por isso ele é chamado de droga pelos estudiosos da Medicina Natural.

Agora vamos usar esse açúcar, para ver o que acontece com nosso organismo:
1. O açucar já entra no sangue como um vilão. È isso mesmo, ele começa sua primeira ação como ladrão. Ele rouba todas as vitaminas dos outros alimentos, porque utiliza essas vitaminas para poder liberar suas calorias vazias, principalmente as vitaminas do complexo B, que são retiradas dos nervos, músculos, fígado, rins, coração, pele. ossos e sangue. Isso deixa esses órgãos com carências vitaminícas.

2. Depois de roubar as vitaminas, as consequências aparecem: Problemas cardíacos, prisão de ventre, doenças da pele e da boca, osteoporose, arteriosclerose, diabetes, artrite, derrame cerebral, infarto do miocárdio, distúrbios neurológicos e centenas de outras doenças. Pelo menos 125 doenças estão diretamente relacionadas com o uso do açúcar.

3. O açúcar está tbém relacionado com o aumento da criminalidade, divórcios, baixo nível de aprendizado nas escolas, memória fraca, incompatibilidade de gênios entre pessoas, nervosismo, depressão severa e até loucura, irritação, angústia, ansiedade, distúrbios mentais e muitos mais.

O açúcar assim como o álcool e a cocaína também causam dependência química.

Mensagem fundamental
Para quem não pode tolerá-lo, o açúcar adicionado é extremamente prejudicial. Calorias vazias são apenas a ponta do iceberg.

REFERÊNCIAS

































Krokodil

ATENÇÃO!!!
ESSE ESPAÇO VISA UM MAIOR ESCLARECIMENTO SOBRE OS EFEITOS DAS DROGAS NO ORGANISMO HUMANO, TODO MATERIAL TRATA-SE DE MATÉRIA DE ESTUDO, SEM A MINÍMA APOLOGIA A QUALQUER TIPO DE DROGA, DÊ PREFERÊNCIA A VIDA "NÃO USE DROGAS".

AVISO:
AS IMAGENS A SEGUIR APRESENTA CONTEÚDO NÃO INDICADO PARA PESSOAS MAIS SENSÍVEIS, SENDO ASSIM IMPRÓPRIAS PARA AS MESMAS.

O Krokodil é uma droga composta por várias substâncias, tais como a desomorfina, ácido clorídrico, gasolina, iodo e fósforo.

O Krokodil é uma droga injetável que provoca diversos danos ao organismo

O Krokodil é uma das drogas mais mortais da atualidade. Seu uso foi relatado pela primeira vez em 2002, na Sibéria, mas logo se espalhou pela Europa. Essa substância destaca-se pela sua capacidade de destruição, causando lesões nunca observadas em outros tipos de drogas.

A principal substância encontrada no Krokodil é a desomorfina, uma espécie de morfina sintética. A droga pode ser fabricada facilmente em casas por meio de uma substância conhecida como codeína, que é comprada em farmácias, e de outras substâncias de fácil acesso, como gasolina, ácido clorídrico, iodo e fósforo. Em virtude da quantidade de produtos utilizados para a sua fabricação e de suas características, é fácil perceber que a mistura formada é extremamente tóxica e frequentemente cheia de impurezas.

A droga, que é injetada por via intravenosa, é uma versão mais barata da heroína. Apresenta grande potencial para causar dependência e sua ação e efeitos são bastante rápidos. Em razão do seu baixo custo, muitas pessoas passam a utilizar a droga sem conhecer suas verdadeiras consequências.

Entre os danos graves ocasionados pelo Krokodil aos usuários, destaca-se a pele repleta de ulcerações, esverdeada e escamosa, que lembra um crocodilo. Essa droga também provoca danos nos vasos sanguíneos e tecidos moles nos locais de injeção, causando necrose e gangrena. Vale frisar que os efeitos não ocorrem apenas nos locais de injeção da droga, podendo espalhar-se por todo o corpo, atingindo, por exemplo, o sistema nervoso, sistema endócrino, fígado e rins.

Normalmente os usuários da droga procuram ajuda médica em fases tardias das complicações. Por essa razão, o que resta aos médicos é realizar as amputações, mas, na maioria dos casos, não é mais possível salvar o paciente. Alguns artigos relatam que o tempo médio de vida após o início do uso do Krokodil é de aproximadamente dois anos.

Outro ponto importante é que, analisando as pessoas que fazem uso da droga e o início dos sintomas, nota-se que o avanço das complicações é bastante rápido. Além disso, as taxas de mortalidade são assustadoras.

Além de todos os problemas causados pela droga, outra questão que merece destaque é a transmissão de doenças, como o HIV, por meio das agulhas compartilhadas. Como a droga causa uma necessidade frequente de uso, os riscos são aumentados, principalmente porque pessoas que usam drogas, na maior parte das vezes, submetem-se a maiores situações de perigo.

Sendo assim, apesar do uso do Krokodil não ser relatado em nosso país, é fundamental que informações sobre seus efeitos sejam disponibilizadas. Em virtude de seu baixo custo, não podemos descartar seus avanços para outras áreas do globo.

Por Ma. Vanessa dos Santos

SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "Krokodil"; Brasil Escola. Disponível em Brasil Escola

Quais são os benefícios de tomar água com bicarbonato de sódio todos os dias?

Para não alcalinizarmos excessivamente o nosso organismo, já que isso também não seria útil, o ideal é tomar meia colher de bicarbonato de sódio com um copo de água após cada refeição principal.

O bicarbonato de sódio é um produto muito popular em milhões de lares em todo o mundo já que, além de ter usos na gastronomia, também facilita algumas tarefas de limpeza e melhora a saúde.

Ainda que hoje em dia muitas pessoas prefiram os produtos convencionais que são oferecidos no mercado, há quem ainda aproveite os benefícios deste pó branco para muitos aspectos de sua vida.

Embora o seu consumo deva ser sempre moderado e em pequenas quantidades, foi demonstrado que ingerir bicarbonato de sódio de forma regular pode apoiar o funcionamento geral do corpo ao regular o pH natural do sangue para diminuir os índices de acidez.

Dissolvido em água, ele é um dos melhores e mais antigos remédios naturais consumidos no mundo, sendo uma fórmula eficaz para proteger o organismo de diversas doenças.

É um antiácido natural
As propriedades antiácidas deste ingrediente natural são umas das razões pelas quais ele é muito utilizado em nossos lares.

O bicarbonato pode neutralizar os ácidos estomacais para evitar o incômodo refluxo ácido, também conhecido como ardor de estômago.

Diluído em um copo de água, ele é capaz de diminuir a inflamação e os gases, o que proporciona de forma rápida uma sensação de alívio para a indigestão.
Alcalinizante natural

A maioria das dietas está gerando organismos ácidos e suscetíveis ao desenvolvimento de inúmeras doenças.

Por neutralizar a acidez e ter um efeito alcalino, o bicarbonato de sódio se converteu em um remédio natural para regular o pH do corpo e melhorar a saúde. A acidez no corpo poderia estar associada a um maior risco de osteoporose, artrite e inclusive de câncer.

Por isso, por um baixo custo, este ingrediente poderia se converter no melhor remédio natural para evitar o desenvolvimento destas doenças.

Entretanto, a sua ingestão diária deve ser feita em doses pequenas, já que o excesso poderia ser prejudicial e alcalinizar excessivamente o corpo.

É antisséptico
O bicarbonato de sódio possui um leve efeito antisséptico que pode ser aproveitado para a eliminação de vírus e bactérias que causam doenças.

Devido a esta propriedade, ele pode ser utilizado para tratar a dor e a inflamação da garganta fazem gargarejos.
Alivia as infecções urinárias

Uma mistura de bicarbonato de sódio e água pode atuar como uma barreira protetora contra das infecções graças a sua capacidade de reduzir os índices de acidez na urina.

A sua ingestão complementa o consumo de água e suco de mirtilos, que costumam ser outras formas de evitar os episódios recorrentes deste transtorno.

Combate a gota e outros problemas articulares
Os níveis elevados de ácido úrico na urina e no sangue dos tecidos do corpo podem ser a origem de condições e doenças crônicas como a gota ou a artrite.

A água com bicarbonato de sódio regula o pH do sangue e diminui os índices deste tipo de ácido, atuando como um remédio para combater estas doenças.

Melhora o rendimento físico
O ácido lático que se libera durante a atividade física pode se acumular nos músculos e nas articulações, causando dores e fadiga muscular.

Para impedir que isso afete o rendimento esportivo, uma boa opção é tomar bicarbonato de sódio diluído em água, cujos efeitos controlam esta acidez.

Controla os índices de colesterol
Beber água mineral com bicarbonato de sódio poderia ter um efeito positivo na redução do colesterol alto no sangue, especialmente no tipo LDL, também conhecido como “colesterol ruim”.

No entanto, devido ao seu alto nível de sódio, ele não é aconselhado para pessoas que sofrem de hipertensão arterial, pois nesse caso poderia piorar o problema.

Como tomar água com bicarbonato de sódio?
Como já havíamos mencionado, o consumo exagerado do bicarbonato de sódio poderia causar perigosos efeitos negativos para a saúde.

Portanto, para incorporá-lo à dieta sem nenhum risco, é importante ter em mente os seguintes conselhos:

Dose geral
1/2 colher de chá de bicarbonato (3g)
1 copo de água (200ml)

Misture os dois ingredientes e tome-os após cada refeição principal.
Para aliviar a gripe e o resfriado

Este remédio é perfeito para combater os micro-organismos que causam resfriados,gripes e alergias.

Nestes casos, ele deve ser tomado da seguinte forma:
Dia 1: 5 doses de meia colher em um copo de água a cada 3 horas
Dia 2: 3 doses com a mesma medida, divididas ao longo do dia.
Dia 3: 1 dose com a mesma medida depois do almoço e outra depois do jantar.

Ainda que o sabor não seja o mais agradável, o seu consumo é uma decisão muito saudável para aproveitar todos os dias. Comece a adotar este hábito e você poderia sentir os efeitos positivos em seu corpo em pouco tempo.